VIVÊNCIA TECNOLÓGICA NO CONTEXTO DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL PARA O PROCESSO EDUCATIVO

Giseli Souza Lucas, Maria Iolanda Monteiro

Resumo


O objetivo deste artigo é discutir se as aulas, chamadas de Vivência Tecnológica, ministradas aos alunos do Ensino Fundamental I, filhos dos beneficiários da indústria de São Paulo, SESI-SP, Brasil, é uma estratégia pedagógica que auxilia os docentes no processo de ensino e aprendizagem e os discentes na autonomia digital. É notória a tendência do uso cada vez mais frequente de computadores e outras tecnologias na educação escolar, por este motivo, a Vivência Tecnológica se propõe a potencializar os aspectos didáticos e metodológicos para o ensino e a aprendizagem. Por essa razão, esta pesquisa objetiva analisar a dinâmica deste momento de “Vivência Tecnológica”, que recebe o subsídio da teoria construtivista e participação direta de duas profissionais (professora dos anos iniciais e analista de informática) e verificar, ainda, se as aulas no Laboratório de Informática e as montagens e programações no Laboratório de Ciências e Tecnologias, com os recursos de blocos de montagem, contribuem para uma abordagem metodológica de ensino, relacionada ao desenvolvimento do pensar, do raciocinar, da resolução de problemas, das práticas de leitura e escrita. Para a realização da pesquisa, optou-se pelo Estudo de Caso, utilizando entrevistas, questionários e observação de sala de aula.


Palavras-chave


Vivência Tecnológica; Autonomia Digital; Metodologia de Ensino

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