A poética anatómica dos corpos de Elena Córdoba

Vanessa Lourenço

Resumo


Recensão crítica aos espectáculos

Título: La mujer de la lágrima. «Siete piezas macabras»: vídeo de Sylvia Calle. «Danzas macabras»: Elena Córdoba e María José Pire. Textos em vídeo: San Juan de la Cruz “Cántico espiritual” e Alain “Sobre la imaginación”. Iluminação: Carlos Marquerie Música: György Ligeti. Desenho de projecção: Ramón Diago. Fotografia: Rafael Gavalle. .Apoio: Instituto Cervantes (Madrid e Paris) e Ministerio de Asuntos Exteriores. Local e data de estreia: Teatro Esthér de Carvalho, Montemor-o-Velho, 5 de Agosto de 2010.


Título: Todo lo que se mueve está vivo. Direcção: Elena Córdoba. Bailarinas: Camille Hanson, Carme Torrent e Getsemaní de San Marcos. Iluminação: Carlos Marquerie. Fotografía: Rafael Gavalle. Assistente de direcção e cronista: Fernando Molina. Local e data de estreia: Espaço Mota-Engil/Real Estate, Montemor-o-Celho, 12 Agosto de 2010. Obra criada no âmbito de ETC – Espacio de Teatro Contemporáneo da Sala Cuarta Pared (Madrid).


Título: Expulsadas del Paraíso. Bailarinas: Montse Penela, Camille Hanson e Elena Córdoba. Iluminação: Carlos Marquerie. Direcção: Elena Córdoba.
Assistente de direcção: María José Pire. Agradecimento especial: Professor Cristóbal Pera. Obra financiada por: Comunidad de Madrid. Co-produção:
Citemor. Local e data de estreia: Espaço Mota-Engil/Real Estate, Montemor-o-Velho, 12 de Agosto de 2010.


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