https://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/issue/feedRevista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia2020-04-02T18:45:56+01:00Cristina Granjaspaeditorchefe@gmail.comOpen Journal SystemsA Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia (RSPA) é editada desde 1985 e é o órgão oficial da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia.https://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/19773Mensagem da Direção da SPA aos Anestesiologistas Portugueses2020-04-02T14:57:12+01:00Rosário Órfãono@no.no2020-04-02T11:54:42+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologiahttps://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/19780Carta aos Jovens Médicos Anestesiologistas Portugueses (Internos e Especialistas)2020-04-02T14:57:10+01:00Pedro Amorimamorpedro29f@gmail.com2020-04-02T11:56:13+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologiahttps://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/18834Propofol Administration in the Induction Phase of General Anesthesia in Portugal2020-04-02T14:57:07+01:00Ana Leitão Ferreiraana.leitao.ferreira@gmail.comJoaquim Mendesno@no.noCatarina Nunesno@no.no Pedro Amorimno@no.no<p>A administração adequada de propofol por via intravenosa durante a indução da anestesia geral implica um bom conhecimento da farmacocinética e da farmacodinâmica, um bom entendimento de como a anestesia altera a consciência e a habilidade de interpretar corretamente a monitorização dos sinais vitais. Este trabalho pretende avaliar a prática usual dos anestesiologistas em Portugal no que diz respeito à administração de propofol por via intravenosa durante a indução da anestesia geral.</p> <p>Estudo observacional transversal, descritivo e analítico realizado através de um questionário enviado por correio eletrónico a todos os médicos internos e especialistas em Anestesiologia de vários hospitais portugueses. O questionário apresentava um cenário convencional (Sujeito do sexo masculino, 50 anos, 60kg, 160 cm, ASA I, submetido a anestesia geral com propofol a 1%) e incluía 10 questões relacionadas com a administração de propofol durante a indução. Foi realizada análise descritiva dos dados obtidos através do programa SPSS 23.0®.</p> <p>Responderam ao inquérito 118 médicos, sendo que, a maioria eram especialistas há mais de 5 anos (56,9%). Baseados no cenário apresentado, a maioria dos anestesiologistas administraria uma dose de 60 mg de propofol na indução, a uma velocidade superior a 1200 mL/horas, avaliariam a perda de consciência através da perda do reflexo palpebral, o que se refletiria num índica BIS de 60. A maioria dos participantes medem a pressão arterial do doente a cada 5 minutos e nunca utilizaram sistemas de infusão alvo-controlada.</p> <p> </p>2020-04-02T11:58:09+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologiahttps://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/19016Analgesia Epidural em Cirurgia de Escoliose em Idade Pediátrica2020-04-02T14:57:04+01:00Sónia Dória Nóbregasoniadorianobrega@gmail.com Ana Ferreirano@no.noSara Ramosno@no.no<p>Introdução: A cirurgia de escoliose pediátrica, que visa interromper a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida, está associada a dor pós-operatória intensa. Em 2016, implementámos a analgesia<br>epidural no período pós-operatório, através de um ou dois cateteres epidurais, colocados pelo cirurgião no final da cirurgia. Os objetivos deste estudo foram avaliar a eficácia analgésica até 72 horas após a cirurgia, a incidência de eventos adversos e o tempo de permanência na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI).</p> <p>Material e Métodos: Foi realizada uma análise retrospectiva comparando dois grupos: Grupo Alfentanil (AG) - 25 doentes com analgesia sistémica por perfusão endovenosa de alfentanil - e Grupo Epidural (EG) - 21 doentes com perfusão de ropivacaína e morfina via epidural. Os dados foram analisados através do SPSS®, utilizando o teste não paramétrico de Mann-Whitney, o teste exato de Fisher e o coeficiente de correlação de Spearman (nível de significância considerado α = 0,05).</p> <p>Resultados: Os scores de dor (escala numérica 0-10) foram inferiores no EG, no pós-operatório imediato (-3), 24 horas (-5) e 48 horas (-4) após a cirurgia (p<0,001). As necessidades de analgesia de resgate foram inferiores no EG (p<0,001). Houve menor incidência de eventos adversos no EG, não atingindo significância estatística. O tempo de internamento na UCI foi inferior no EG (p<0,001).</p> <p>Conclusão: A analgesia epidural é uma alternativa eficaz na cirurgia de escoliose pediátrica. São necessários estudos prospectivos randomizados para confirmar estes resultados.</p>2020-04-02T12:01:01+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologiahttps://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/19778Avaliação Crítica de um Estudo de Avaliação Económica (Parte II): Estudos de Custo-Efectividade e Custo-Utilidade 2020-04-02T14:57:02+01:00Luís Filipe Azevedolazevedo@med.up.ptBernardo Sousa-Pintono@no.no<p>Os estudos de custo-efectividade e custo-utilidade correspondem a tipos de avaliação económica completa, pelo que procuram informar simultaneamente acerca dos custos e consequências das alternativas em estudo. Nos estudos de custo-efectividade, as consequências são expressas sob a forma de unidades naturais de efectividade (e.g., anos de vida ganhos). Nestes estudos, a comparação de alternativas tem<br>por base a determinação de razões de custo-efectividade incremental (ICER) (razão entre a diferença de custos médios/estimados e a diferença de efectividades médias/estimadas) – uma alternativa é considerada custo-efectiva quando o seu ICER é inferior ao limiar de aceitabilidade definido. Ou seja, quando se considera que a alternativa acarreta ganhos de efectividade a custos pelos quais a sociedade está disposta a pagar. Por sua vez, nos estudos de custoutilidade, as consequências são expressas sob a forma de unidades de efectividade ajustadas para as preferências dos indivíduos ou da sociedade. Os quality-adjusted life years (QALYs) constituem um exemplo de tais medidas, incorporando simultaneamente informação relativa à sobrevida média e à qualidade de vida subjacente ao estado de saúde resultante. Nos estudos de custo-utilidade, a comparação de alternativas tem por base a determinação de razões de custoutilidade incremental, cujo método de cálculo e interpretação são similares aos dos ICER.</p>2020-04-02T12:02:33+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologiahttps://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/19745A Família do Doente: Puzzle ou Peça?2020-04-02T14:56:07+01:00João Pinapina.jpa@gmail.com<p>“Desculpe, o senhor é médico nos cuidados intensivos, não é?! Queria mesmo falar consigo sobre a minha irmã… Porque é que o seu colega a levou para a UCIP?”<br>O taxista tinha a irmã internada na UCIP e reconheceu o passageiro. A terra é pequena, as pessoas conhecem-se e as notícias viajam céleres.</p>2020-04-02T12:17:50+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologiahttps://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/18887Porquê o Doutoramento no Internato Médico? 2020-04-02T14:57:00+01:00André Manuel Soares Bragaandrebraga3333@hotmail.com<p>Há certas questões consistentemente repetidas, mas que parecem sempre carecer de uma resposta verdadeiramente satisfatória. Porque quiseste ser Médico? Porquê Anestesiologia? O que te levou ao Doutoramento? A génese e motivação destas escolhas podem parecer díspares, todavia, no meu caminho percorrido, não o são.</p>2020-04-02T12:05:48+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologiahttps://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/19213Hipertermia Maligna: Um Caso Clínico2020-04-02T14:56:57+01:00Mara Diva Sousamaradiva.sousa@gmail.comRita Peixotono@no.noRita Peixotono@no.noRui Silvano@no.noLuísa Guedesno@no.no<p>A hipertermia maligna (HM) é uma doença genética muito rara. A sua incidência é de 1:100000, embora a prevalência de suscetibilidade à doença seja estimada em 1:2000 a 1:3000. A HM tem uma taxa de mortalidade de 9,5%. Trata-se de um distúrbio autossómico dominante e 3 genes são responsáveis por 70% dos casos – RYR1, CACNA1S e STAC3. Caracteriza-se por um aumento do metabolismo corporal com hipertermia, produção aumentada de dióxido de carbono, rigidez músculo-esquelética, rabdomiólise, hipercalémia e acidose com hiperlactacidémia. A crise de HM acontece quando indivíduos suscetíveis são expostos a determinados triggers como os anestésicos voláteis e a succinilcolina. Apresentamos um caso clínico de um doente de 22 anos, sexo masculino, ASA II, sem história pessoal ou familiar de suscetibilidade<br>à HM conhecida, admitido para cirurgia eletiva de extração dentária, que apresentou uma crise de HM. O doente apresentou melhoria clinica significativa após a administração de dantroleno.</p>2020-04-02T12:07:30+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologiahttps://revistas.rcaap.pt/anestesiologia/article/view/19464Neurinoma do Acústico Gigante Não Diagnosticado numa Grávida Submetida a Analgesia Epidural: Caso Clínico2020-04-02T18:45:56+01:00Camile Lanzaroclanzaro13@gmail.comSónia Cavaletesoniacavalete@gmail.comBeatriz Carvalhobeatriz_bcc@hotmail.comEduarda Pereirameduardapereira@gmail.comCeleste Diasmceleste.dias@gmail.com<p>A incidência de neoplasias cerebrais durante a gravidez é reduzida e o tipo de tumores são semelhantes aos observados em não grávidas. A gravidez pode agravar a história natural de um tumor cerebral ou até mesmo mascarar um tumor não diagnosticado devido aos sintomas inespecíficos. Apresentamos o caso de uma grávida com um neurinoma do acústico gigante oculto diagnosticado após início de sintomas neurológicos durante analgesia epidural no trabalho de parto. A neoplasia causava desvio das estruturas periféricas, compressão do tronco encefálico e do quarto ventrículo. No período pós-parto, a puérpera foi submetida a resseção tumoral sem complicações. A avaliação pré-anestésica é essencial para excluir contra-indicações à analgesia do neuroeixo ou condições neurológicas com potencial risco de vida</p>2020-04-02T12:09:13+01:00Direitos de Autor (c) 2020 Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia