Um regime de terror para os indígenas kaiowá no Brasil contemporâneo (ou subjetividade analítica e compreensão da violência)

Autores/as

  • Alexandra Barbosa da Silva Departamento de Ciências Sociais – Centro de Ciências Aplicadas e Educação, Universidade Federal da Paraíba, Brasil, alexandrabar01@gmail.com https://orcid.org/0000-0003-3900-5725

Palabras clave:

racismo, espaço-poder, indígenas kaiowá, subjetividade

Resumen

O foco do presente artigo é um regime que analiso como de terror, estabelecido para gerenciamento de relações no Brasil contemporâneo, envolvendo fundamentalmente comunidades indígenas kaiowá, no estado de Mato Grosso do Sul. Tem como base dois eixos, interrelacionados: por um lado, a consideração das condições de possibilidade deste regime, assim como o processo de desenvolvimento de seu modus operandi; por outro, o percurso metodológico que passa por estabelecer como questão antropológica a subjetividade do(a) analista na compreensão dos atos de violência que dão substrato a tal regime. Para isto, contemplo material tanto de manifestações indígenas quanto de outros agentes, incluindo minha própria percepção dos fatos, como antropóloga partícipe ativa no campo dos acontecimentos.

Publicado

2023-11-20

Cómo citar

Barbosa da Silva, A. (2023). Um regime de terror para os indígenas kaiowá no Brasil contemporâneo (ou subjetividade analítica e compreensão da violência). Etnográfica, 27(3). Recuperado a partir de https://revistas.rcaap.pt/etnografica/article/view/33688