https://revistas.rcaap.pt/rpe/issue/feed Revista Portuguesa de Educação 2020-01-06T09:53:18+00:00 Maria Helena Martinho mhm@ie.uminho.pt Open Journal Systems <p>A Revista Portuguesa de Educação (RPE) é uma edição semestral do Centro de Investigação em Educação (<a href="http://www.cied.uminho.pt" target="_blank" rel="noopener">CIEd</a>) da Universidade do Minho (<a href="https://www.uminho.pt" target="_blank" rel="noopener">UM</a>).</p> <p><br>A revista tem como objetivos: <br>a) Difundir conhecimento original e atual no âmbito das Ciências da Educação ou que para estas constituam contributo relevante.</p> <p>b) Fomentar e facilitar o desenvolvimento de redes científicas nacionais e internacionais, capazes de contribuir para o avanço do conhecimento no âmbito das Ciências da Educação.</p> https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/19109 Editorial 2020-01-06T09:53:18+00:00 Íris Susana Pires Pereira iris@ie.uminho.pt Maria Helena Martinho mhm@ie.uminho.pt <p>Editorial</p> 2019-12-22T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/18006 A inserção profissional de um egresso do PIBID: O caso de uma professora de matemática 2020-01-06T09:53:17+00:00 Fernanda Lahtermaher Oliveira felahter@gmail.com Giseli Barreto da Cruz giselicruz@ufrj.br <p>O artigo focaliza a inserção profissional de uma professora de matemática que passou pelo PIBID e hoje atua no Ensino Fundamental II de uma escola pública municipal do Rio de Janeiro, Brasil. Foi realizado um estudo de caso etnográfico, de modo a que as experiências, a formação e as expectativas da professora fossem compreendidas por meio de entrevistas em profundidade e observação participante. Teoricamente, o artigo dialoga com Cochran-Smith, Fiorentini e Marcelo Garcia. Os resultados demonstram que: há uma tendência ao isolamento por parte da professora iniciante; existe uma força da área e uma crença epistemológica no ensino transmissivo; o PIBID aparece como uma contribuição no que se refere ao conhecimento do contexto profissional.</p> 2019-12-23T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/14153 Satisfação Profissional dos Professores em Pré-Reforma 2020-01-06T09:53:18+00:00 Sheila Catherine Oliveira Furtado sheila.co.furtado@gmail.com Teresa Medeiros piresmedeiros@gmail.com <p class="Resumen">A docência é uma das profissões que tem sofrido alterações tanto ao nível do ensino como da carreira. Com as diversas modificações que têm sido efetuadas, os professores veem-se confrontados com uma panóplia de fatores que influenciam o seu desempenho profissional e que poderão influenciar a sua satisfação profissional. A partir de uma amostra de 114 professores dos ensinos básico e secundário da Região Autónoma dos Açores (RAA), dos quais 73 são do género feminino (64%) e 41 do género masculino (46%), com idades compreendidas entre os 50 e os 65 anos, pretendeu-se analisar os níveis de satisfação profissional dos professores, saber se a satisfação profissional se altera em função da preparação para a reforma e de variáveis sociodemográficas. Para a recolha de dados foram utilizados três questionários, que permitem estudar as variáveis sociodemográficas dos participantes, a sua satisfação profissional e a sua preparação para a reforma. Os resultados obtidos indicam que a maioria dos professores do ensino básico e secundário da amostra não prepara a sua reforma, que as escolas básicas e secundárias da RAA não desenvolvem programas de preparação para a reforma, que os docentes estão relativamente satisfeitos com a sua profissão&nbsp; e que a satisfação profissional varia em função da idade, numa relação diretamente proporcional. O estudo evidencia a necessidade de uma intervenção organizada no âmbito da preparação para a reforma, junto dos professores do ensino básico e secundário da Região, muito embora se verifique que os docentes estão relativamente satisfeitos com o seu trabalho. Sugere-se, ainda, o desenvolvimento de novos estudos, no sentido de verificar se o facto de os professores estarem relativamente satisfeitos com a profissão influencia a falta de preparação a reforma.</p> 2019-12-19T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/16121 Conhecimento de estatística bivariada de futuros professores portugueses dos primeiros anos 2020-01-06T09:53:16+00:00 José António Fernandes jfernandes@ie.uminho.pt María M. Gea mmgea@ugr.es Paulo Ferreira Correia ferreiracorreiapaulo@gmail.com <p>O objetivo deste trabalho é analisar o conhecimento estatístico de uma amostra de futuros professores dos primeiros anos escolares quando resolvem uma tarefa envolvendo uma distribuição bidimensional, em relação à sua representação gráfica, à correlação linear e à regressão linear. No estudo participaram 50 estudantes que se encontravam a frequentar o 2.º ano da Licenciatura em Educação Básica numa universidade do norte de Portugal. Os dados recolhidos dos estudantes foram obtidos através da aplicação de várias questões de probabilidades e estatística em ambiente formal de avaliação, das quais iremos aqui tratar apenas aquela que diz respeito à distribuição bidimensional. Finalmente, em termos de resultados, verificou-se que os estudantes foram mais sucedidos na representação gráfica da distribuição. Na avaliação do sinal e da intensidade da correlação linear, cerca de metade ou mais estudantes responderam corretamente. Finalmente, tiveram muitas dificuldades na regressão linear, aquando da determinação da estimativa do valor de uma das variáveis conhecido o valor da outra.</p> 2019-12-24T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/15303 Educar para a mudança e a sustentabilidade: Avaliação de uma proposta de aprendizagem experiencial para capacitar os professores em formação inicial 2020-01-06T09:53:15+00:00 Mercedes Varela-Losada mercedesvare@gmail.com Azucena Arias-Correa azucena@uvigo.es Pedro Vega Marcote pedro@udc.es <p>Um dos principais desafios que a educação deve enfrentar é a busca pela Sustentabilidade. E nesse processo, o corpo docente é um pilar fundamental. Para tanto, apresenta-se uma proposta educacional de formação inicial de professores baseada na experimentação e análise de um ciclo de aprendizagem em torno do problema socioambiental da mudança climática. Para sua avaliação, foi utilizada uma metodologia mista. Os resultados obtidos sugerem que esse tipo de prática pode contribuir para melhorar o comprometimento dos futuros professores com uma Educação Ambiental voltada à Sustentabilidade e crítica ao atual modelo de desenvolvimento, permitindo a construção de um arcabouço educacional baseado em metodologias globalizadas e participativas, bem como para favorecer a aquisição de competências de ensino</p> 2019-12-26T21:19:20+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/17200 A deriva paralela pedagógica. Um fio educativo invisível entre o Porto e Paris através de narrativas pessoais 2020-01-06T09:53:14+00:00 Ricard Ramon ricard.ramon@uv.es Amparo Alonso-Sanz m.amparo.alonso@uv.es <p>Partimos da deriva como prática artística contemporânea, com reconhecidos antecedentes históricos. O principal objetivo é experimentar as potencialidades pedagógicas da observação de ambientes urbanos, de forma colaborativa e mediada pelas TIC através da deriva, como artistas/investigadores/docentes responsáveis pela formação de professores, para podermos introduzir este tipo de iniciativas no ambiente educativo. A A/R/Tografia como método de Investigação Baseada nas Artes permite utilizar a deriva, simultaneamente, como prática artística, processo de investigação e experiência de aprendizagem docente. Os resultados são apresentados através de narrativas pessoais que mostram reflexões sobre o processo de compreensão partilhada, em torno das cidades do <em>Porto</em> e de <em>Paris</em>. As conclusões estabelecem os requisitos do que apelidamos de deriva paralela pedagógica: estabelecer filtros cognitivos para focalizar o processo de ensino-aprendizagem; promover uma atitude e um olhar sobre a cidade centrado na experiência estética e crítica; assegurar, para a aprendizagem colaborativa, a interdependência positiva, a responsabilidade pessoal, a avaliação partilhada e a interação cara a cara final. Os valores que promove a deriva paralela pedagógica, como a autoconsciência, a empatia e a criação de laços com outras pessoas, têm implicações positivas na sua implementação em processos de internacionalização na educação.</p> 2019-12-26T23:13:13+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/17657 Uma reflexão sobre um processo de transformação de práticas pedagógicas nos espaços exteriores em contextos de educação de infância 2020-01-06T09:53:13+00:00 Gabriela Bento bie.bento@gmail.com Gabriela Portugal gabriela.portugal@ua.pt <p>A investigação realizada sobre espaços exteriores em contextos educativos aponta para cenários de desinvestimento e de desvalorização destes ambientes, apesar do seu contributo para a aprendizagem e desenvolvimento das crianças. A implementação de mudanças que potenciem uma valorização efetiva do brincar ao ar livre, em contextos de educação de infância, pressupõe a conceção de processos formativos que ajudem os profissionais de educação a transformar práticas enraizadas. Em resposta ao interesse manifestado por duas equipas de profissionais de educação de infância portugueses, desenvolvemos uma formação em contexto destinada à melhoria das práticas pedagógicas ao ar livre. Neste artigo apresentamos uma reflexão crítica sobre dimensões que emergiram a partir do processo formativo vivido e que parecem influenciar a concretização e sustentabilidade da mudança (disposição para a mudança; trabalho de equipa; recursos e equipamentos; envolvimento das famílias; imagens de criança, de aprendizagem e papel do adulto). Dentro destas dimensões, que se interligam, sobressaem desarticulações entre discursos e práticas, situando-se os principais desafios ao nível da transformação da imagem de criança e da consequente ação do educador, o que exige desenvolvimento de atitude crítica, avaliativa e reflexiva.</p> 2019-12-30T18:20:44+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/17694 Predição de variáveis ​​familiares que interferem no progresso acadêmico em contextos multiculturais. Desempenho cultural e acadêmico 2020-01-06T09:53:12+00:00 Francisco Mateos Claros fmateos@ugr.es Francisco Javier Olmedo Ruiz folmedoruiz@gmail.com Macarena Esteban Ibáñez mestiba@upo.es Luis Vicente Amador Muñoz lvamador@upo.es <p>Este artigo pretende analisar os principais fatores culturais e familiares que condicionam a aprendizagem na infância em contextos multiculturais, levando em consideração a influência dessa etapa no desenvolvimento da criança. O objetivo deste estudo foi perceber que variáveis culturais interferem nos avanços educacionais desses alunos. Para a análise desses elementos, utilizou-se uma amostra de 968 sujeitos, dos quais 633 corresponderam aos alunos do terceiro curso de Educação Infantil, e 335 aos pais desses alunos. A todos eles foram aplicados instrumentos de elaboração própria: os alunos foram avaliados pelo desempenho académico nas áreas de linguagem, enquanto os pais preencheram um questionário relacionado com a dinâmica familiar. Os resultados obtidos por meio das análises estatísticas (descritiva, inferencial e modelos de regressão) indicaram a existência de diferenças de desempenho, em todas as áreas relacionadas com a linguagem, nos alunos com língua materna diferente da oficial. Este estudo verificou que os contrastes negativos têm uma relação direta com a dinâmica familiar, definida pela religião que professan, que no caso dos muçulmanos determina que a língua cultural-familiar <em>darija</em> é a causa principal.</p> 2019-12-30T20:18:28+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/18064 Evidências de validade para a Escala de Vitimização entre Alunos (EVA) 2020-01-06T09:53:12+00:00 Ana Carina Stelko Pereira anastelko@gmail.com Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams luciacawilliams@gmail.com Rodolfo Augusto Matteo Ambiel rodolfo.ambiel@usf.edu.br Pedro Afonso Cortez cor.afonso@gmail.com <p>Este estudo avalia a Escala de Vitimização entre Alunos (EVA) quanto à validade da sua estrutura interna, consistência interna, e na relação com outra variável (<em>stress</em>). Para tal, foram analisadas respostas à EVA de 1.484 alunos de escolas públicas do 6.<sup>o</sup> ao 9.<sup>o</sup> ano do Ensino Básico provenientes de seis cidades de quatro estados do Brasil. Notou-se que a escala é formada por dois fatores: vitimização presencial e vitimização virtual, os quais conjuntamente explicam cerca de 50% da variância, obtendo um índice de consistência interna de 0,84 e 0,77 para os fatores. Adicionalmente, na cidade de Fortaleza (N=100) aplicou-se a EVA duas vezes num intervalo de 30 dias, obtendo-se um índice de precisão para o valor global de 0,64, e aplicou-se a Escala de Stress Infantil (ESI), tendo-se percebido correlações positivas significativas superiores a 0,65 entre os valores da EVA e da ESI. Assim, a EVA é uma alternativa promissora.</p> 2019-12-30T22:48:30+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/14268 Estilos intelectuais, estratégias de aprendizagem e adaptação acadêmica no ensino superior brasileiro 2020-01-06T09:53:10+00:00 Katya Luciane de Oliveira katyauel@gmail.com Amanda Lays Monteiro Inácio amandalmonteiroo@gmail.com Aline Oliveira Gomes da Silva aline131290@hotmail.com Maria Luzia Silva Mariano malumariano@yahoo.com.br Sandra Aparecida Pires Franco sandrafranco26@hotmail.com <p>Objetivou-se no presente estudo investigar como se apresentam os estilos intelectuais, as estratégias de aprendizagem e a adaptação acadêmica no ensino superior, sendo buscadas possíveis correlações e relações de dependência entre essas variáveis. Participaram 396 estudantes de cursos de graduação de três estados do Brasil (<em>M</em> = 22,8 anos, <em>DP</em> = 4,9), de ambos os sexos, que responderam ao Inventário de Estilos Intelectuais/Pensamento - Revisado II (TSI-R2<em>)</em>, à Escala de Estratégias de Aprendizagem (EEA-U) e ao Questionário de Adaptação Acadêmica do ensino Superior (QAES). Os resultados indicaram a prevalência do estilo hierárquico, das estratégias de autorregulação social, e ainda que os estudantes se encontram mais bem adaptados ao planejamento de carreira. Houve correlação positiva e significativa entre o estilo hierárquico e a adaptação ao planejamento de carreira, sendo esta de magnitude média, e entre esse mesmo estilo e as estratégias de autorregulação cognitivas e metacognitivas, de magnitude pequena. Foram encontradas relações de dependência entre o estilo hierárquico e a adaptação ao planejamento de carreira, e entre o estilo externo e a adaptação social. As implicações psicoeducacionais foram discutidas no sentido de conjecturar explicações mais profundas para as dificuldades dos estudantes do ensino superior.</p> 2019-12-31T00:34:16+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/15140 A síntese como género escolar transdisciplinar 2020-01-06T09:53:11+00:00 Noémia Oliveira Jorge njorge@fcsh.unl.pt <p>A<em> síntese</em> é um género textual cujo domínio se revela fundamental para o desempenho de tarefas socioprofissionais e académicas. A sua apropriação não é feita de forma espontânea, mas decorre essencialmente da aprendizagem formal, em contexto escolar, sobretudo no ensino secundário, nomeadamente na disciplina de Português. Neste artigo apresenta-se uma reflexão sobre a didatização do género textual <em>síntese</em>, focando-se o funcionamento social do género e a sua transposição didática nos programas curriculares do ensino secundário e em manuais escolares de Português. Por fim, apresentar-se-ão algumas propostas de didatização do género, assentes em três pilares: observação/análise de textos autênticos; produção textual regulada pelas características do género; reflexão metalinguística.</p> 2019-12-31T00:00:00+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/14812 A Intervenção da Inspeção na Avaliação Externa das Escolas: um estudo com base das perceções de diretores de escolas 2020-01-06T09:53:09+00:00 Arlete Nogueira ajesusn@ua.pt Manuela Gonçalves manuelag@ua.pt Jorge Adelino Costa jcosta@ua.pt <p>Em Portugal, o sistema de avaliação da educação e do ensino não superior surge em 2002, com a publicação da Lei n.º 31/2002, determinando pela mesma via jurídico-normativa que as escolas sejam submetidas a processos de avaliação externa. Este processo avaliativo foi confiado à Inspeção da Educação, a partir de 2007, passando este a ser um dos principais domínios da intervenção inspetiva. O presente estudo tem por objetivo analisar como é percecionado, por diretores de escolas públicas portuguesas, o papel da Inspeção no processo de Avaliação Externa das Escolas. Com uma natureza descritiva, o estudo apoiou-se na aplicação de um inquérito por questionário, respondido por 111 diretores do território de Portugal Continental. Os resultados evidenciam que a Avaliação Externa das Escolas é uma atividade inspetiva valorizada pelos diretores de escolas e desenvolvida em alinhamento, por um lado, com a missão e funções da Inspeção da Educação no sistema educativo, e, por outro, com os objetivos consignados na lei para aquela atividade. Evidencia-se ainda que os diretores de escolas percecionam esta atividade como oportunidade de afirmação da figura do diretor, de acreditação da sua liderança no exercício da sua autonomia.</p> 2019-12-31T14:40:26+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/19110 Melhorar Práticas de Ensino de Ciências e Tecnologia-Registar e Investigar com Narrações Multimodais 2020-01-06T09:53:09+00:00 Ana Peixoto anapeixoto@ese.ipvc.pt 2019-12-31T16:38:39+00:00 Direitos de Autor (c) 2019 Revista Portuguesa de Educação