Revista Portuguesa de Educação
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<p>A Revista Portuguesa de Educação (RPE) é uma edição semestral do Centro de Investigação em Educação (<a href="http://www.cied.uminho.pt" target="_blank" rel="noopener">CIEd</a>) da Universidade do Minho (<a href="https://www.uminho.pt" target="_blank" rel="noopener">UM</a>).</p> <p><br>A revista tem como objetivos: <br>a) Difundir conhecimento original e atual no âmbito das Ciências da Educação ou que para estas constituam contributo relevante.</p> <p>b) Fomentar e facilitar o desenvolvimento de redes científicas nacionais e internacionais, capazes de contribuir para o avanço do conhecimento no âmbito das Ciências da Educação.</p>Instituto de Educação - Universidade do Minhopt-PTRevista Portuguesa de Educação0871-9187<p>1. Autores e autoras conservam os direitos de autor e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://mail.uminho.pt/owa/redir.aspx?C=2QUSnQabVEa9r1oyvDO0o11jqjIiL9QI_CsCtBogrnWPUkg2NIIy-C0epIwdH2XDxOGPXFycihU.&URL=http%3a%2f%2fcreativecommons.org%2flicenses%2fby%2f3.0%2f" target="_blank" rel="noopener">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite a partilha do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>2. Autores e autoras têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: depositar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>3. Autores e autoras têm permissão e são estimulado/as a publicar e distribuir o seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja <a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> <p><br><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/" rel="license"><img style="border-width: 0px;" src="https://i.creativecommons.org/l/by-sa/4.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a></p> <p id="tw-target-text" class="tw-data-text tw-ta tw-text-small" dir="ltr" style="height: 96px; text-align: left;" data-fulltext="" data-placeholder="Tradução"><span lang="pt">Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons - Atribuição Compartilhamento pela mesma Licença Internacional 4.0</span></p>Editorial
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<p>Editorial</p>Íris Susana Pires PereiraMaria Helena Martinho
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2019-12-222019-12-223221410.21814/rpe.19109A inserção profissional de um egresso do PIBID: O caso de uma professora de matemática
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<p>O artigo focaliza a inserção profissional de uma professora de matemática que passou pelo PIBID e hoje atua no Ensino Fundamental II de uma escola pública municipal do Rio de Janeiro, Brasil. Foi realizado um estudo de caso etnográfico, de modo a que as experiências, a formação e as expectativas da professora fossem compreendidas por meio de entrevistas em profundidade e observação participante. Teoricamente, o artigo dialoga com Cochran-Smith, Fiorentini e Marcelo Garcia. Os resultados demonstram que: há uma tendência ao isolamento por parte da professora iniciante; existe uma força da área e uma crença epistemológica no ensino transmissivo; o PIBID aparece como uma contribuição no que se refere ao conhecimento do contexto profissional.</p>Fernanda Lahtermaher OliveiraGiseli Barreto da Cruz
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2019-12-232019-12-2332252310.21814/rpe.18006Satisfação Profissional dos Professores em Pré-Reforma
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/14153
<p class="Resumen">A docência é uma das profissões que tem sofrido alterações tanto ao nível do ensino como da carreira. Com as diversas modificações que têm sido efetuadas, os professores veem-se confrontados com uma panóplia de fatores que influenciam o seu desempenho profissional e que poderão influenciar a sua satisfação profissional. A partir de uma amostra de 114 professores dos ensinos básico e secundário da Região Autónoma dos Açores (RAA), dos quais 73 são do género feminino (64%) e 41 do género masculino (46%), com idades compreendidas entre os 50 e os 65 anos, pretendeu-se analisar os níveis de satisfação profissional dos professores, saber se a satisfação profissional se altera em função da preparação para a reforma e de variáveis sociodemográficas. Para a recolha de dados foram utilizados três questionários, que permitem estudar as variáveis sociodemográficas dos participantes, a sua satisfação profissional e a sua preparação para a reforma. Os resultados obtidos indicam que a maioria dos professores do ensino básico e secundário da amostra não prepara a sua reforma, que as escolas básicas e secundárias da RAA não desenvolvem programas de preparação para a reforma, que os docentes estão relativamente satisfeitos com a sua profissão e que a satisfação profissional varia em função da idade, numa relação diretamente proporcional. O estudo evidencia a necessidade de uma intervenção organizada no âmbito da preparação para a reforma, junto dos professores do ensino básico e secundário da Região, muito embora se verifique que os docentes estão relativamente satisfeitos com o seu trabalho. Sugere-se, ainda, o desenvolvimento de novos estudos, no sentido de verificar se o facto de os professores estarem relativamente satisfeitos com a profissão influencia a falta de preparação a reforma.</p>Sheila Catherine Oliveira FurtadoTeresa Medeiros
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2019-12-192019-12-19322243910.21814/rpe.14153Conhecimento de estatística bivariada de futuros professores portugueses dos primeiros anos
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/16121
<p>O objetivo deste trabalho é analisar o conhecimento estatístico de uma amostra de futuros professores dos primeiros anos escolares quando resolvem uma tarefa envolvendo uma distribuição bidimensional, em relação à sua representação gráfica, à correlação linear e à regressão linear. No estudo participaram 50 estudantes que se encontravam a frequentar o 2.º ano da Licenciatura em Educação Básica numa universidade do norte de Portugal. Os dados recolhidos dos estudantes foram obtidos através da aplicação de várias questões de probabilidades e estatística em ambiente formal de avaliação, das quais iremos aqui tratar apenas aquela que diz respeito à distribuição bidimensional. Finalmente, em termos de resultados, verificou-se que os estudantes foram mais sucedidos na representação gráfica da distribuição. Na avaliação do sinal e da intensidade da correlação linear, cerca de metade ou mais estudantes responderam corretamente. Finalmente, tiveram muitas dificuldades na regressão linear, aquando da determinação da estimativa do valor de uma das variáveis conhecido o valor da outra.</p>José António FernandesMaría M. GeaPaulo Ferreira Correia
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2019-12-242019-12-24322405610.21814/rpe.16121Educar para a mudança e a sustentabilidade: Avaliação de uma proposta de aprendizagem experiencial para capacitar os professores em formação inicial
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/15303
<p>Um dos principais desafios que a educação deve enfrentar é a busca pela Sustentabilidade. E nesse processo, o corpo docente é um pilar fundamental. Para tanto, apresenta-se uma proposta educacional de formação inicial de professores baseada na experimentação e análise de um ciclo de aprendizagem em torno do problema socioambiental da mudança climática. Para sua avaliação, foi utilizada uma metodologia mista. Os resultados obtidos sugerem que esse tipo de prática pode contribuir para melhorar o comprometimento dos futuros professores com uma Educação Ambiental voltada à Sustentabilidade e crítica ao atual modelo de desenvolvimento, permitindo a construção de um arcabouço educacional baseado em metodologias globalizadas e participativas, bem como para favorecer a aquisição de competências de ensino</p>Mercedes Varela-LosadaAzucena Arias-CorreaPedro Vega Marcote
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2019-12-262019-12-26322577310.21814/rpe.15303A deriva paralela pedagógica. Um fio educativo invisível entre o Porto e Paris através de narrativas pessoais
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/17200
<p>Partimos da deriva como prática artística contemporânea, com reconhecidos antecedentes históricos. O principal objetivo é experimentar as potencialidades pedagógicas da observação de ambientes urbanos, de forma colaborativa e mediada pelas TIC através da deriva, como artistas/investigadores/docentes responsáveis pela formação de professores, para podermos introduzir este tipo de iniciativas no ambiente educativo. A A/R/Tografia como método de Investigação Baseada nas Artes permite utilizar a deriva, simultaneamente, como prática artística, processo de investigação e experiência de aprendizagem docente. Os resultados são apresentados através de narrativas pessoais que mostram reflexões sobre o processo de compreensão partilhada, em torno das cidades do <em>Porto</em> e de <em>Paris</em>. As conclusões estabelecem os requisitos do que apelidamos de deriva paralela pedagógica: estabelecer filtros cognitivos para focalizar o processo de ensino-aprendizagem; promover uma atitude e um olhar sobre a cidade centrado na experiência estética e crítica; assegurar, para a aprendizagem colaborativa, a interdependência positiva, a responsabilidade pessoal, a avaliação partilhada e a interação cara a cara final. Os valores que promove a deriva paralela pedagógica, como a autoconsciência, a empatia e a criação de laços com outras pessoas, têm implicações positivas na sua implementação em processos de internacionalização na educação.</p>Ricard RamonAmparo Alonso-Sanz
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2019-12-262019-12-26322749010.21814/rpe.17200Uma reflexão sobre um processo de transformação de práticas pedagógicas nos espaços exteriores em contextos de educação de infância
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/17657
<p>A investigação realizada sobre espaços exteriores em contextos educativos aponta para cenários de desinvestimento e de desvalorização destes ambientes, apesar do seu contributo para a aprendizagem e desenvolvimento das crianças. A implementação de mudanças que potenciem uma valorização efetiva do brincar ao ar livre, em contextos de educação de infância, pressupõe a conceção de processos formativos que ajudem os profissionais de educação a transformar práticas enraizadas. Em resposta ao interesse manifestado por duas equipas de profissionais de educação de infância portugueses, desenvolvemos uma formação em contexto destinada à melhoria das práticas pedagógicas ao ar livre. Neste artigo apresentamos uma reflexão crítica sobre dimensões que emergiram a partir do processo formativo vivido e que parecem influenciar a concretização e sustentabilidade da mudança (disposição para a mudança; trabalho de equipa; recursos e equipamentos; envolvimento das famílias; imagens de criança, de aprendizagem e papel do adulto). Dentro destas dimensões, que se interligam, sobressaem desarticulações entre discursos e práticas, situando-se os principais desafios ao nível da transformação da imagem de criança e da consequente ação do educador, o que exige desenvolvimento de atitude crítica, avaliativa e reflexiva.</p>Gabriela BentoGabriela Portugal
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2019-12-302019-12-303229110610.21814/rpe.17657Predição de variáveis familiares que interferem no progresso acadêmico em contextos multiculturais. Desempenho cultural e acadêmico
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/17694
<p>Este artigo pretende analisar os principais fatores culturais e familiares que condicionam a aprendizagem na infância em contextos multiculturais, levando em consideração a influência dessa etapa no desenvolvimento da criança. O objetivo deste estudo foi perceber que variáveis culturais interferem nos avanços educacionais desses alunos. Para a análise desses elementos, utilizou-se uma amostra de 968 sujeitos, dos quais 633 corresponderam aos alunos do terceiro curso de Educação Infantil, e 335 aos pais desses alunos. A todos eles foram aplicados instrumentos de elaboração própria: os alunos foram avaliados pelo desempenho académico nas áreas de linguagem, enquanto os pais preencheram um questionário relacionado com a dinâmica familiar. Os resultados obtidos por meio das análises estatísticas (descritiva, inferencial e modelos de regressão) indicaram a existência de diferenças de desempenho, em todas as áreas relacionadas com a linguagem, nos alunos com língua materna diferente da oficial. Este estudo verificou que os contrastes negativos têm uma relação direta com a dinâmica familiar, definida pela religião que professan, que no caso dos muçulmanos determina que a língua cultural-familiar <em>darija</em> é a causa principal.</p>Francisco Mateos ClarosFrancisco Javier Olmedo RuizMacarena Esteban IbáñezLuis Vicente Amador Muñoz
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2019-12-302019-12-3032210712110.21814/rpe.17694Evidências de validade para a Escala de Vitimização entre Alunos (EVA)
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/18064
<p>Este estudo avalia a Escala de Vitimização entre Alunos (EVA) quanto à validade da sua estrutura interna, consistência interna, e na relação com outra variável (<em>stress</em>). Para tal, foram analisadas respostas à EVA de 1.484 alunos de escolas públicas do 6.<sup>o</sup> ao 9.<sup>o</sup> ano do Ensino Básico provenientes de seis cidades de quatro estados do Brasil. Notou-se que a escala é formada por dois fatores: vitimização presencial e vitimização virtual, os quais conjuntamente explicam cerca de 50% da variância, obtendo um índice de consistência interna de 0,84 e 0,77 para os fatores. Adicionalmente, na cidade de Fortaleza (N=100) aplicou-se a EVA duas vezes num intervalo de 30 dias, obtendo-se um índice de precisão para o valor global de 0,64, e aplicou-se a Escala de Stress Infantil (ESI), tendo-se percebido correlações positivas significativas superiores a 0,65 entre os valores da EVA e da ESI. Assim, a EVA é uma alternativa promissora.</p>Ana Carina Stelko PereiraLúcia Cavalcanti de Albuquerque WilliamsRodolfo Augusto Matteo AmbielPedro Afonso Cortez
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2019-12-302019-12-3032212213310.21814/rpe.18064Estilos intelectuais, estratégias de aprendizagem e adaptação acadêmica no ensino superior brasileiro
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/14268
<p>Objetivou-se no presente estudo investigar como se apresentam os estilos intelectuais, as estratégias de aprendizagem e a adaptação acadêmica no ensino superior, sendo buscadas possíveis correlações e relações de dependência entre essas variáveis. Participaram 396 estudantes de cursos de graduação de três estados do Brasil (<em>M</em> = 22,8 anos, <em>DP</em> = 4,9), de ambos os sexos, que responderam ao Inventário de Estilos Intelectuais/Pensamento - Revisado II (TSI-R2<em>)</em>, à Escala de Estratégias de Aprendizagem (EEA-U) e ao Questionário de Adaptação Acadêmica do ensino Superior (QAES). Os resultados indicaram a prevalência do estilo hierárquico, das estratégias de autorregulação social, e ainda que os estudantes se encontram mais bem adaptados ao planejamento de carreira. Houve correlação positiva e significativa entre o estilo hierárquico e a adaptação ao planejamento de carreira, sendo esta de magnitude média, e entre esse mesmo estilo e as estratégias de autorregulação cognitivas e metacognitivas, de magnitude pequena. Foram encontradas relações de dependência entre o estilo hierárquico e a adaptação ao planejamento de carreira, e entre o estilo externo e a adaptação social. As implicações psicoeducacionais foram discutidas no sentido de conjecturar explicações mais profundas para as dificuldades dos estudantes do ensino superior.</p>Katya Luciane de OliveiraAmanda Lays Monteiro InácioAline Oliveira Gomes da SilvaMaria Luzia Silva MarianoSandra Aparecida Pires Franco
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2019-12-312019-12-3132213414910.21814/rpe.14268A síntese como género escolar transdisciplinar
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/15140
<p>A<em> síntese</em> é um género textual cujo domínio se revela fundamental para o desempenho de tarefas socioprofissionais e académicas. A sua apropriação não é feita de forma espontânea, mas decorre essencialmente da aprendizagem formal, em contexto escolar, sobretudo no ensino secundário, nomeadamente na disciplina de Português. Neste artigo apresenta-se uma reflexão sobre a didatização do género textual <em>síntese</em>, focando-se o funcionamento social do género e a sua transposição didática nos programas curriculares do ensino secundário e em manuais escolares de Português. Por fim, apresentar-se-ão algumas propostas de didatização do género, assentes em três pilares: observação/análise de textos autênticos; produção textual regulada pelas características do género; reflexão metalinguística.</p>Noémia Oliveira Jorge
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2019-12-312019-12-3132215017010.21814/rpe.15140A Intervenção da Inspeção na Avaliação Externa das Escolas: um estudo com base das perceções de diretores de escolas
https://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/14812
<p>Em Portugal, o sistema de avaliação da educação e do ensino não superior surge em 2002, com a publicação da Lei n.º 31/2002, determinando pela mesma via jurídico-normativa que as escolas sejam submetidas a processos de avaliação externa. Este processo avaliativo foi confiado à Inspeção da Educação, a partir de 2007, passando este a ser um dos principais domínios da intervenção inspetiva. O presente estudo tem por objetivo analisar como é percecionado, por diretores de escolas públicas portuguesas, o papel da Inspeção no processo de Avaliação Externa das Escolas. Com uma natureza descritiva, o estudo apoiou-se na aplicação de um inquérito por questionário, respondido por 111 diretores do território de Portugal Continental. Os resultados evidenciam que a Avaliação Externa das Escolas é uma atividade inspetiva valorizada pelos diretores de escolas e desenvolvida em alinhamento, por um lado, com a missão e funções da Inspeção da Educação no sistema educativo, e, por outro, com os objetivos consignados na lei para aquela atividade. Evidencia-se ainda que os diretores de escolas percecionam esta atividade como oportunidade de afirmação da figura do diretor, de acreditação da sua liderança no exercício da sua autonomia.</p>Arlete NogueiraManuela GonçalvesJorge Adelino Costa
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2019-12-312019-12-3132217118710.21814/rpe.14812Melhorar Práticas de Ensino de Ciências e Tecnologia-Registar e Investigar com Narrações Multimodais
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Ana Peixoto
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