Revista Portuguesa de Pedopsiquiatria https://revistas.rcaap.pt/rpp <p style="text-align: justify; line-height: 150%; margin: 7.5pt 0cm 2.25pt 0cm;"><span style="font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Arial',sans-serif;">A </span><strong><span style="font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Arial',sans-serif;">Revista Portuguesa de Pedopsiquiatria</span></strong><strong><span style="font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Arial',sans-serif;"> </span></strong><span style="font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Arial',sans-serif;">é uma publicação científica da Associação Portuguesa de Psiquiatria da Infância e da Adolescência (APPIA) e foi publicada pela primeira vez em dezembro de 1990, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian</span><span style="font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Arial',sans-serif; color: #231f20;">. A revista publica artigos originais, de investigação ou de revisão na área da Pedopsiquiatria, assim como casos clínicos, resumos críticos de livros ou artigos com relevância para um melhor conhecimento nesta área. A revista privilegia e estimula a diversidade e multidisciplinaridade dos assuntos abordados.</span><span style="font-size: 11.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Arial',sans-serif;"> <span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">Apresentada ao público pelo Dr. Coimbra de Matos durante o 1º Encontro desta Associação, que se realizou na Torre de Belém, o seu lançamento teve lugar no Grémio Literário em Lisboa e contou com a presença de pedopsiquiatras, psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais e outras classes profissionais que se dedicam à Saúde Mental Infantil e Juvenil.</span> <span style="font-family: 'Arial',sans-serif;">O seu primeiro diretor foi o Dr. Coimbra de Matos, que exerceu esta função durante 13 anos, tendo-a cessado a seu pedido em dezembro de 2003. Foi então substituído pela Dr.ª Maria Luís Borges de Castro que deu continuidade ao projeto inicial dinamizando não apenas a edição da revista, mas também a organização regular dos Colóquios da Revista. Em 2014 foi substituída pelo Dr. Pedro Pires, tendo em 2017 assumido a Direção a Professora </span>Dra. Paula Pinto de Freitas. </span></p> pt-PT revistapedopsiquiatria@gmail.com (Professora Dra. Paula Pinto de Freitas) appia@sapo.pt (Catarina Baptista) Sáb, 31 Jul 2021 21:30:22 +0100 OJS 3.2.1.2 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 PERTURBAÇÕES DE ANSIEDADE NA INFÂNCIA – A PERCEÇÃO DAS CRIANÇAS E DOS PAIS https://revistas.rcaap.pt/rpp/article/view/25232 <p>As perturbações de ansiedade estão entre as condições psiquiátricas da infância e adolescência mais comuns, condicionando uma redução do funcionamento global da criança, a nível académico, familiar e social, assim como um risco aumentado para patologias psiquiátricas comórbidas ao longo de toda a sua vida. O objetivo do presente estudo foi comparar a perceção das crianças e dos seus pais em relação à prevalência das perturbações de ansiedade e possíveis fatores associados. A população estudada envolveu todos os alunos do 5º ano de escolaridade do Agrupamento de Escolas Grão Vasco e os respetivos pais. Como instrumentos de medida foram utilizados os questionários SCARED-R, versão para crianças e versão para pais, respetivamente. Foi realizada análise da consistência interna de escalas, estatística descritiva, teste t-Student, teste ANOVA e teste do Qui-quadrado, tendo sido considerados significativos os valores de p&lt;0.05. Verificou-se que, globalmente, as crianças referem níveis de ansiedade superiores àqueles percecionados pelos seus pais, com uma prevalência de 19% segundo as respostas das crianças, mas de apenas 9% segundo a perceção dos pais. De forma geral, não houve relação significativa com a idade, sexo ou nível de desempenho escolar, embora pareça haver uma predominância do sexo masculino e uma relação inversa entre os níveis de ansiedade das crianças e o seu desempenho escolar. Desta forma, consideram-se necessárias medidas psicoeducativas destinadas a aumentar o reconhecimento destas condições por parte dos cuidadores, de maneira a instaurar precocemente o tratamento adequado e reduzir o compromisso funcional associado, a curto e longo prazo.</p> Inês Barroca, Giullia Riggi, Ana Pinto, Paula Fong, Rosália Reis, Paulo Pereira, Ana Rita Soares, Volker Dieudonné, Georgina Maia Direitos de Autor (c) 2021 Revista Portuguesa de Pedopsiquiatria https://revistas.rcaap.pt/rpp/article/view/25232 Sáb, 31 Jul 2021 00:00:00 +0100