MAIA, Catarina. Meu Deus, dai-nos sempre poetas assim obscuros!. Sinais de Cena, [S. l.], p. 95–98, 2008. DOI: 10.51427/cet.sdc.2008.0022. Disponível em: https://revistas.rcaap.pt/sdc/article/view/12610. Acesso em: 4 out. 2026.