Avaliação de Riscos Aplicada à Conservação e Restauração do Patrimônio Industrial Móvel: O Rolo Compactador da Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais – Brasil

  • Ronaldo Silva U. Minho / Portugal, UFMG / Brasil; ETSAM / UPM / España; PUC Minas / Brasil

Resumo

Este artigo apresenta uma proposta de avaliação de riscos para a conservação de patrimônio industrial móvel segundo o modelo de gestão de riscos aplicado à conservação preventiva. O objeto de estudo consiste em um rolo compactador rodoviário a vapor alemão, da marca Schwartzkopff, que foi produzido em 1920 e utilizado durante as décadas 1940/1950 nas obras de implantação do Campus Pampulha da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. A metodologia de trabalho se baseia nos métodos do Instituto Canadense de Conservação (IIC) e do Instituto de Património Cul tu ral Espanhol (IPCE), com foco nos modelos de identificação de agentes de deterioração, de Michalski e de avaliação de riscos segundo o Método ABC (Michalski e Pedersoli Jr.). Busca-se assim propor reflexões acerca da preservação de elementos industriais como objetos patrimoniais não somente históricos, mas culturais e incluir a ciência e a tecnologia como fatores de representatividade e identidade de indivíduos, grupos e da sociedade.

Biografia do Autor

Ronaldo Silva, U. Minho / Portugal, UFMG / Brasil; ETSAM / UPM / España; PUC Minas / Brasil
Doutoramento em História e Património (UMinho/Portugal); Mestrado em Administração (UFMG/Brasil); Máster em Conservación y Restauración del Patrimonio Arquitectónico y Urbano (ETSAM/UPM/España); Especialização en Sociología – DEA/UCM/España); Bacharel em Engenharia Elétrica (PUCMinas/Brasil), Administração (UFMG/Brasil) e Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (UFMG/Brasil). Professor Assistente IV da PUC Minas/Brasil, com áreas de pesquisa e interesse em: Arqueologia e Patrimônio Industrial, Conservação e Restauração; Patrimônio Cultural. Membro do Comitê Brasileiro para a Preservação do Patrimônio Industrial (TICCIH-Brasil) e da Associação Portuguesa para o Patrimônio Industrial (APPI); Sócio colaborador na Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB); Membro do ICOMOS-Brasil.
Publicado
2018-04-23
Edição
Secção
Artigos