De quem observa quem no Brasil quando “eu sou uma das suas nativas”: pesquisando pesquisadores em situação de alteridade mínima para cima

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4000/15sth

Palavras-chave:

antropologia da ciência, alteridade mínima, unidades de conservação no Brasil, povos e comunidades tradicionais, antropologia para cima

Resumo

Desde os anos 1990, cada vez mais curiosidade e atenção etnográficas recaem sobre o público que percorre os corredores acadêmicos. Juntando-me a este esforço, por quatro anos mantive contato com 33 especialistas que, transitando entre os campos da ciência e da ação política, participam da controversa discussão sobre áreas naturais protegidas e populações atingidas pela sua criação. Ao converter este debate em vínculo que me aproxima de meus interlocutores, demarcando-o como assunto para que histórias fossem contadas, reflito sobre as condições de produção do trabalho etnográfico quando em situação de alteridade mínima “para cima”.

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Publicado

01-03-2026

Como Citar

Gerhardt, C. (2026). De quem observa quem no Brasil quando “eu sou uma das suas nativas”: pesquisando pesquisadores em situação de alteridade mínima para cima. Etnográfica, 30(1), 71–94. https://doi.org/10.4000/15sth

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Artigos