De quem observa quem no Brasil quando “eu sou uma das suas nativas”: pesquisando pesquisadores em situação de alteridade mínima para cima
Palavras-chave:
antropologia da ciência, alteridade mínima, unidades de conservação no Brasil, povos e comunidades tradicionais, antropologia para cimaResumo
Desde os anos 1990, cada vez mais curiosidade e atenção etnográficas recaem sobre o público que percorre os corredores acadêmicos. Juntando-me a este esforço, por quatro anos mantive contato com 33 especialistas que, transitando entre os campos da ciência e da ação política, participam da controversa discussão sobre áreas naturais protegidas e populações atingidas pela sua criação. Ao converter este debate em vínculo que me aproxima de meus interlocutores, demarcando-o como assunto para que histórias fossem contadas, reflito sobre as condições de produção do trabalho etnográfico quando em situação de alteridade mínima “para cima”.
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Publicado
01-03-2026
Como Citar
Gerhardt, C. (2026). De quem observa quem no Brasil quando “eu sou uma das suas nativas”: pesquisando pesquisadores em situação de alteridade mínima para cima. Etnográfica, 30(1), 71–94. Obtido de https://revistas.rcaap.pt/etnografica/article/view/46085
Edição
Secção
Artigos