Doses crescentes de nitrogênio na qualidade pós-colheita do milho verde

Autores

  • Ênio Gomes Flôr Souza Federal Institute of Education, Science and Technology of Alagoas - IFAL, campus Piranhas Campus, Piranhas, Alagoas, Brazil, 57460-000.
  • Ellen Abreu da Cruz Federal Institute of Education, Science and Technology of Alagoas - IFAL, campus Piranhas Campus, Piranhas, Alagoas, Brazil, 57460-000.
  • Bruno Emanuel Souza Coelho Department of Agricultural Sciences, Federal University of the São Francisco Valley – Univasf, campus Agricultural Sciences, Petrolina, PE, Brazil, 56300-000
  • Laiane Torres Silva Federal Institute of Education, Science and Technology of the Sertão Pernambucano (IFSertãoPE), campus Santa Maria da Boa Vista, Santa Maria da Boa Vista, Pernambuco, Brazil, 56380-000.
  • Débora Purcina de Moura Federal Rural University of Pernambuco (UFRPE), Academic Unit of Serra Talhada (UAST), Serra Talhada, Pernambuco, Brazil, 56909-535
  • Maria do Socorro Conceição de Freitas Federal Institute of Education, Science and Technology of the Sertão Pernambucano (IFSertãoPE), campus Ouricuri, Ouricuri, Pernambuco, Brazil, 56200-000.

DOI:

https://doi.org/10.19084/rca.45110

Resumo

Os efeitos das doses de nitrogênio (N) sobre os atributos físico-químicos do milho verde ainda não se encontram plenamente elucidados. Objetivou-se avaliar a influência de doses crescentes de N, aplicadas via fertirrigação, sobre a qualidade pós-colheita do milho verde cultivado em condições semiáridas. O experimento foi conduzido a campo, no período de janeiro a abril de 2016, no município de Canindé de São Francisco, Sergipe, Brasil, em delineamento em blocos casualizados, com quatro doses de N (0, 80, 160 e 240 kg ha⁻¹) e quatro repetições. Utilizou-se o híbrido Bt Feroz, cultivado sob irrigação localizada, com aplicação parcelada das doses de N via fertirrigação. Após a colheita no estádio fenológico R3 (grão leitoso), foram avaliados o teor de umidade dos grãos, o teor de cinzas, o pH, a acidez titulável e a textura. Os dados foram submetidos à análise de variância e à análise de regressão polinomial. Os resultados indicaram que apenas o teor de cinzas foi significativamente influenciado pelas doses de N, ajustando-se a um modelo quadrático, com valor máximo estimado de 0,76% na dose de 75 kg ha⁻¹ de N. As demais variáveis — umidade (62,16%), pH (6,85), acidez titulável (2,17%) e textura (9,45 N) — não apresentaram efeito significativo da fertirrigação nitrogenada.

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Biografias Autor

Ênio Gomes Flôr Souza, Federal Institute of Education, Science and Technology of Alagoas - IFAL, campus Piranhas Campus, Piranhas, Alagoas, Brazil, 57460-000.

Professor de Educação Básica, Técnica e Tecnológica no Instituto Federal de Alagoas (IFAL), Campus Piranhas, desde 2014, na área de Engenharia Agronômica/Agroecologia. Possui graduação em Engenharia Agronômica, mestrado em Produção Vegetal (UFRPE) e doutorado em Fitotecnia: Agricultura Tropical – Práticas Culturais (UFERSA). Atua nas áreas de Olericultura, Forragicultura (milho e sorgo), Estatística Experimental Aplicada à Agronomia e Análise Econômica de Sistemas de Produção Agrícola. Exerceu a função de Tutor Presencial da Universidade Aberta do Brasil (UAB) no período de 2022 a 2025 e, atualmente, é Coordenador do Polo UAB Piranhas.

Ellen Abreu da Cruz, Federal Institute of Education, Science and Technology of Alagoas - IFAL, campus Piranhas Campus, Piranhas, Alagoas, Brazil, 57460-000.

Possui graduação em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (2011) e mestrado em Engenharia e Ciência de Alimentos pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (2014). Atualmente é Professora da área de Agroindústria do Instituto Federal de Alagoas. Tem atuado principalmente nos seguintes temas: qualidade do leite e derivados, segurança dos alimentos, tecnologia de frutas e hortaliças, microbiologia dos alimentos (biofilmes). 

Bruno Emanuel Souza Coelho, Department of Agricultural Sciences, Federal University of the São Francisco Valley – Univasf, campus Agricultural Sciences, Petrolina, PE, Brazil, 56300-000

Mestre em Agronomia Produção Vegetal, com ênfase em Produção, Manejo e Pós-Colheita, pela Universidade Federal do Vale do São Francisco - Univasf (2022). É Especialista em Pós-Colheita de Produtos Hortifrutícolas pelo Instituto Federal do Sertão Pernambucano IFSertãoPE (2024), em Gestão da Qualidade e Tecnologia em Alimentos pelo Instituto Federal do Paraná - IFPR (2023) e em Ciência dos Alimentos, na área de Tecnologia de Frutas e Hortaliças, pela Universidade Federal de Pelotas UFPel (2022). Graduou-se em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Vale do São Francisco - Univasf (2019) e possui formação técnica em Alimentos e Bebidas pela Escola Técnica Senai Petrolina (2011). 

Laiane Torres Silva, Federal Institute of Education, Science and Technology of the Sertão Pernambucano (IFSertãoPE), campus Santa Maria da Boa Vista, Santa Maria da Boa Vista, Pernambuco, Brazil, 56380-000.

Tecnóloga em Fruticultura Irrigada pelo CEFET (2008). Engenheira Agronôma pelo Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Sertão-PE (2016). Mestre (2011) e Doutora (2015) em Fitotecnia ( Fisiologia Pós-Colheita) pelo programa de Pós-graduação da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Foi Professora efetiva do Instituto Federal do Piauí (Campus Paulistana) de fevereiro a dezembro de 2015. Desde então é professora de ensino Básico, Técnico e Tecnológico de Agricultura, do Instituto Federal do Sertão Pernambucano, e da Pós-graduação Lato Sensu em Pós-colheita de Produtos Hortifrutícolas. Atua na área de fruticultura, fitossanidade, fisiologia vegetal e pós-colheita.

Débora Purcina de Moura, Federal Rural University of Pernambuco (UFRPE), Academic Unit of Serra Talhada (UAST), Serra Talhada, Pernambuco, Brazil, 56909-535

Engenheira Agronômica formada pela UFRPE - UAST e Mestre em Produção Vegetal pela UFRPE - UAST. Atualmente, é doutoranda em Produção Vegetal pela UFAL, atuando em pesquisa com a Ecoeficiência do uso da água para cana-de-açúcar irrigada. Durante sua pesquisa de mestrado, atuou com manejo de agroecossistemas no Semiárido. Na graduação foi bolsistas de iniciação científica (PIC) do período de janeiro de 2019 até julho de 2021, atuando com armazenamento de sementes de sementes de espécies florestais da Caatinga. Trabalhou com projeto de extensão rural com o título de "Construção e operação de dessalinizador solar à baixo custo" no ano de 2017.

Maria do Socorro Conceição de Freitas, Federal Institute of Education, Science and Technology of the Sertão Pernambucano (IFSertãoPE), campus Ouricuri, Ouricuri, Pernambuco, Brazil, 56200-000.

Possui graduação em Tecnologia em Gestão de Fruticultura Irrigada pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sertão Pernambucano (2008) e em Letras Portugûes e Suas Literaturas pela Universidade Estadual de Pernambuco - Campus Petrolina (2007), mestrado em Manejo de Solo e Água - Universidade Federal da Paraíba (2010) e doutorado em Agronomia pelo Programa de Pós - Graduação em Agronomia da Universidade Federal da Paraíba. Atualmente é professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sertão Pernambucano, Campus Ouricuri ,PE.

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Publicado

2026-08-14

Edição

Secção

Geral