Doses reduzidas de biofertilizante mantém o crescimento e a nodulação do feijão mungo verde igual à adubação mineral

Autores

  • Jorge González Aguilera Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS)
  • Matheus Basto Angeli Silva Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS)
  • Beatriz Pisa De Andrade Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS)
  • Alexander Vasco Mariano Muguerrima Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS)
  • Fábio Steiner Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS)
  • Eder Pereira Neves Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS)
  • Alan Mario Zuffo Universidade Estadual do Maranhão (UEMA)
  • Rafael Felippe Ratke Universidade Federal do Mato Grosso do Sul
  • Luis Morales-Aranibar Universidad Nacional Intercultural de Quillabamba

DOI:

https://doi.org/10.19084/rca.45882

Resumo

O cultivo de feijão mungo verde expandiu-se no Brasil, mas a fertilização e um desafio importante que permite garantir o estabelecimento e a produtividade da cultura. o trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes doses do biofertilizante AFERT no crescimento e desenvolvimento de plantas de feijão mungo verde em condições controladas. O experimento foi conduzido em delineamento de blocos casualizados com seis tratamentos e quatro repetições. Foram utilizadas cinco doses (100, 80, 60, 40 e 20% de AFERT) correspondentes a diferentes doses de fertilização com o biofertilizante AFERT (04-14-12 + hidro-retentor), e como controle, utilizou-se o fertilizante mineral NPK (04-14-08) na dose de 2 t ha⁻¹. As variáveis ​​avaliadas foram altura da planta (AP); diâmetro do caule (DC); peso de nódulos (PN); peso de folhas (PF): peso de vagens (PV); peso de grãos (PG); comprimento da raiz (CR) e volume da raiz (VR). O biofertilizante AFERT demonstrou alto potencial agronômico para o cultivo do feijão mungo verde. AFERT apresentou desempenho produtivo equivalente à adubação mineral, principalmene para doses de ate 60% da dose de 100% utilizada, sem prejudicar a maioria das variaveis (AP, DC, CR e VR) e os componentes produtivos (PV, PG).

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Publicado

2026-08-14

Edição

Secção

Geral