Alterações mecânicas da superfície basal de dentes acrílicos e o seu efeito na resistência de união a bases protéticas de PMMA

Autores

  • Ana Santos Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Tâmega e Sousa - CESPU, Gandra, Portugal
  • Jéssica Costa Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Tâmega e Sousa - CESPU, Gandra, Portugal
  • Ana Ferreira Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Tâmega e Sousa - CESPU, Gandra, Portugal
  • José Costa Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Tâmega e Sousa - CESPU, Gandra, Portugal
  • Sandra Falcão Escola Superior de Saúde do Vale do Ave, Instituto Politécnico de Saúde do Norte - CESPU, Vila Nova de Famalicão, Portugal
  • Joana Mendes UNIPRO, Unidade de Investigação em Patologia e Reabilitação Oral, Instituto Universitário de Ciências da Saúde - CESPU (IUCS-CESPU), 4585-116 Gandra, Portugal
  • Mónica Cardoso UNIPRO, Unidade de Investigação em Patologia e Reabilitação Oral, Instituto Universitário de Ciências da Saúde - CESPU (IUCS-CESPU), 4585-116 Gandra, Portugal
  • Ana Botto Escola Superior de Tecnologias da Saúde do Tâmega e Sousa - CESPU, Gandra, Portugal

DOI:

https://doi.org/10.51126/revsalus.v8iSupIII.47621

Palavras-chave:

PMMA; Dentes acrílicos; Bases protéticas; Tratamentos de superfície; Resistência de união

Resumo

Introdução: O polimetilmetacrilato (PMMA) é amplamente utilizado na confeção de bases de próteses removíveis; contudo, a união entre dentes artificiais e resina acrílica termopolimerizável pode comprometer a longevidade protética. A resistência de união depende da adesão química e da retenção micromecânica, podendo ser influenciada por tratamentos de superfície, como jato abrasivo com óxido de alumínio (Al₂O₃) ou perfuração com broca rotativa.

Objetivos: Avaliar a influência de diferentes tratamentos mecânicos de superfície na resistência de união entre dentes acrílicos e resina acrílica termopolimerizável utilizada em bases protéticas.

Metodologia: Será realizado um estudo experimental laboratorial in vitro com 45 dentes acrílicos artificiais anteriores de PMMA (dente 21), da mesma marca e cor, distribuídos aleatoriamente por três grupos (n=15): controlo, jato abrasivo com Al₂O₃ e perfuração com broca rotativa. A superfície basal (ridge lap) será limpa com álcool e seca com ar comprimido. O jato abrasivo será efetuado com Al₂O₃ de 50 μm, a 2,5 bar, durante 10 segundos, a 10 mm de distância. Após inclusão e polimerização em mufla metálica, a resistência de união será avaliada numa máquina universal Instron® ElectroPuls E10000 LT, a 5 mm/min, até à fratura. As fraturas serão classificadas como adesivas, coesivas ou mistas.

Resultados: Espera-se identificar diferenças na resistência de união entre os grupos, verificando se algum tratamento mecânico melhora o desempenho face ao controlo.

Conclusões: O estudo poderá contribuir para a seleção de tratamentos mecânicos de superfície que aumentem a retenção entre dentes artificiais e bases protéticas, otimizando a durabilidade das próteses removíveis.

Publicado

2026-09-17

Como Citar

Santos, A., Costa, J., Ferreira, A., Costa, J., Falcão, S., Mendes, J., … Botto, A. (2026). Alterações mecânicas da superfície basal de dentes acrílicos e o seu efeito na resistência de união a bases protéticas de PMMA. RevSALUS - Revista Científica Internacional Da Rede Académica Das Ciências Da Saúde Da Lusofonia – RACS, 8(SupIII). https://doi.org/10.51126/revsalus.v8iSupIII.47621