European Union enlargement

quo vadis?

Autores

Palavras-chave:

alargamento, União Europeia, geopolítica, opinião pública

Resumo

Este tem sido o período mais longo sem qualquer alargamento na história da União Europeia, desde o primeiro alargamento em 1973. No entanto, nos últimos anos, o discurso sobre a «fadiga do alargamento» foi substituído por uma ênfase na importância geoestratégica do mesmo, principalmente em resposta à invasão russa e à guerra na Ucrânia. Isto levanta a questão de saber se pelo menos alguns dos atuais nove candidatos irão aderir à União num futuro previsível. Embora as perspetivas de alargamento dependam de os candidatos fazerem progressos significativos no cumprimento dos critérios de adesão, também exigem que a União aprove o alargamento. Consideramos cinco variáveis-chave para avaliar a situação atual do alargamento da União: o compromisso da União, as preferências dos Estados-Membros, o ativismo supranacional, a capacidade de integração e a opinião pública.

Biografias Autor

David Phinnemore, University Belfast

Professor of European Politics at Queen’s University Belfast and Visiting Professor at the College of Europe. PhD in European Studies from the University of Kent

Erhan Íçener, Istanbul Sabahattin Zaim University

Professor of Political Science and International Relations at Istanbul Sabahattin Zaim University. PhD in European Studies from Queen’s University Belfast.

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Publicado

2026-08-17