“Não se importa que eu grave?”. Questões éticas e paradoxo do observador nos atendimentos de ação social
DOI:
https://doi.org/10.31447/AS00032573.2015215.03Palavras-chave:
análise da conversação, ética e metodologia da investigação, intervenção social, pedido de autorização para gravarResumo
Este texto trata de algumas questões éticas que se colocam aos investigadores em ciências sociais que adotam uma perspetiva etnometodológica, e que decorrem da indispensável obtenção de autorização para gravar as palavras das pessoas que pretendem investigar. Partindo da análise de gravações de sequências de pedidos de autorização para gravar, no quadro de entrevistas de atendimento de ação social, os autores procuram definir o esquema prototípico destas sequências, assim como as suas variantes, e mostram que os interlocutores possuem uma competência negocial específica que os habilita a gerir localmente as questões éticas com que estão confrontados.
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Publicado
2015-06-30
Como Citar
Duarte Rodrigues, A., & Binet , M. . (2015). “Não se importa que eu grave?”. Questões éticas e paradoxo do observador nos atendimentos de ação social. Análise Social, 50(215), 278–303. https://doi.org/10.31447/AS00032573.2015215.03
Edição
Secção
Artigos