O liberalismo, a modernidade e os seus críticos
DOI:
https://doi.org/10.31447/AS00032573.1998146.02Palavras-chave:
democracias liberais, liberalismo contemporâneo, modernidadeResumo
Procurando servir de introdução ao tema em análise, e não apresentar um ponto de vista particular, este texto começa por recolher alguma evidência empírica acerca das preocupações existentes quanto ao estado actual das democracias liberais. Em seguida, recorda algumas das principais críticas ao liberalismo contemporâneo, como as de Michael Sandel e Alasdair Maclntyre, bem como a crítica de Leo Strauss às chamadas «três vagas da modernidade». Finalmente, são recordados alguns aspectos da teoria dos sentimentos morais de Adam Smith e da crítica de Edmund Burke à Revolução Francesa, sendo sugerido que estes dificilmente correspondem à caracterização actual do liberalismo contemporâneo.

