Droga e toxicodependência nas representações de párocos e médicos

Autores

  • Artur Valentim Universidade Atlântica

DOI:

https://doi.org/10.31447/AS00032573.1998145.02

Palavras-chave:

representações sociais, droga e toxicodependência, párocos, médicos

Resumo

Neste artigo expõe-se uma pesquisa que teve como objectivo analisar as representações sociais da droga e da toxicodependência em dois grupos relevantes no controle social deste fenómeno: os párocos e os médicos. Neste âmbito recorreu-se à teoria sócio-psicológica das representações sociais, sendo estas operacionalizadas através de um compósito de conceitos (ancoragens, objectivação e atitudes sociais) e de técnicas (qualitativas e quantitativas). Orientada pela tipologia analítica de Moscovici, a pesquisa procurou observar o estatuto mais rigidificado ou mais polémico das representações sociais da droga naqueles dois grupos. As conclusões mostram que o objecto-droga se configura como representação hegemónica tanto em párocos como em médicos, observando-se ainda algumas matizes representacionais mais ambivalentes circunscritas estritamente a médicos.

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Publicado

1998-03-31

Como Citar

Valentim, A. (1998). Droga e toxicodependência nas representações de párocos e médicos. Análise Social, 33(145), 55–90. https://doi.org/10.31447/AS00032573.1998145.02

Edição

Secção

Artigos