São Paulo: From water city to dry metropolis

Authors

Keywords:

Hydrography of São Paulo; precarious urbanisation; collective mapping

Abstract

São Paulo, the largest metropolis in the southern hemisphere, is located on a territory with an extremely rich hydrography. The Mapogafias Urbanas Study Group (FAU-USP) has produced a map based on historical documents showing the natural hydrography formed by hundreds of streams, creeks and large rivers. This map is contrasted with the current hydrography. It is easy to see that urbanisation has erased the vast majority of these watercourses, although it is clear that they are still present on the outskirts. However, the maps don't show, but the indicators do, the urban precariousness of these regions and the rivers surrounded by degraded environments. This work proposes observation and reflection on these regions based on the actions of the communities that live there to conserve and improve their environments, with special attention to water. Its main objective is to demonstrate the importance of environmental collectives, which although they are in communities that have done very little to bring us to the current environmental dramas, do a lot to preserve the environmental and landscape quality of their territories; thus contributing to the debate and public policies that consider urban construction far beyond productivism, which incorporates the cultural and environmental dimension of urban space. 

In order to carry out this work, GeMAP has been following and mapping the work of these groups (Ecoativa and Imargem) in the far south of the city for eight years, an action-research project based on the shared construction of knowledge.

References

Azevedo, A. (1958). A cidade de São Paulo: estudos de geografia urbana - V1. São Paulo: Brasiliana.

Bartalini, V. (2018). Paisagens surgentes [Tese de Livre-Docência, Universidade de São Paulo] http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/livredocencia/16/tde-05042019-142108/

Freitas, R. O. (1951). Sobre a origem da bacia de São Paulo. Boletim Paulista de Geografia, No. 9, 160-164. https://publicacoes.agb.org.br/boletim-paulista/article/view/1372

Juliasz, P. C. S. e Bassani, J. (2023). A paisagem no ensino da geografia e a leitura totalizante: a prática interdisciplinar. Estudos Cindínicos Vol 13, 111-133. https://doi.org/10.34037/978-989-9053-19-9_13

Langenbuch, J. R. (1971). A estruturação da grande São Paulo. Rio de Janeiro: IBGE.

Meyer, R. M. P. (2019). A urbanização ilimitada e o futuro da cidade. Ágora -Vol 6, no. 12, 135-156.

Morse, R. M. (1970). Formação histórica de São Paulo – De Comunidade à Metrópole. São Paulo: Difusão Europeia do Livro.

Pessoa, D. F. (2019). O processo de retificação do rio Tietê e suas implicações na cidade de São Paulo, Brasil. Paisagem e Ambiente: ensaios V. 30 no. 44, 1-13. https://doi.org/10.11606/issn.2359-5361.paam.2019.158617

Saia, L. (1963). Notas para a teorização de São Paulo. Acrópole, XXV, 209-231.

Seabra, O. C. L. (1987). Os meandros dos rios nos meandros do poder – Tietê e Tamanduateí – Valorização dos rios e das várzeas na cidade de São Paulo [Tese de doutorado Universidade de São Paulo] https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-02052023-104421/

Taunay, A. E. (1975) História das bandeiras paulistas. São Paulo: Melhoramentos / MEC.

Tiaraju, P. D. (2013). A formação dos sujeitos periféricos: Cultura e política na periferia de São Paulo. [Tese de doutorado Universidade de São Paulo] https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8132/tde-18062013-095304/en.php

Toledo, B. L. (1996). Prestes Maia e as origens do urbanismo moderno em São Paulo. São Paulo: Empresa das Artes.

Travassos, L. (2015). Cidade e água em São Paulo: a origem de um modelo de urbanização. Anais XVI ENANPUR, Belo Horizonte (1-17) https://anais.anpur.org.br/index.php/anaisenanpur/article/view/1915

Villaça, F. (2011). São Paulo: segregação urbana e desigualdade. Estudos Avançados, 25(71), 37-58. https://www.revistas.usp.br/eav/article/view/10597

Published

03-03-2026