Liberdade para desejar

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Abstract

PARTE DO NOSSO COMPROMISSO NO TRABALHO ETNOGRÁFICO É O DE reconhecer nossos interlocutores como sujeitos de desejo. Mesmo que esses desejos, escolhas e vontades não sejam aqueles entendidos por nós, pesquisadores, como “bons”, “melhores” ou “saudáveis”.

Published

2025-11-14

How to Cite

Barreto, V. H. de S. (2025). Liberdade para desejar. Etnográfica, 28(2), 453–456. Retrieved from https://revistas.rcaap.pt/etnografica/article/view/44000

Issue

Section

O livro e os seus críticos