Rastreio da Retinotoxicidade pela Hidroxicloroquina
DOI:
https://doi.org/10.48560/rspo.6271Palavras-chave:
Hidroxicloroquina, retinotoxicidade, electroretinograma multifocal, tomografia de coerência óp- tica spectral domain, autofluorescência de fundo.Resumo
Na última metade do século XX, assistiu-se ao desenvolvimento de múltiplos fármacos com novos mecanismos de ação para o tratamento da artrite reumatóide (AR), lúpus eritematoso sistémico (LES) e outras doenças auto-imunes. Contudo, os antigos anti-palúdicos de síntese (APS), prin- cipalmente a hidroxicloroquina (HCQ), têm-se mantido como fármacos relevantes no tratamento da AR e do LES. A preocupação central com o tratamento continua a ser a potencial toxicidade retiniana que, embora seja rara, é potencialmente irreversível, o que torna indispensável a sua de- teção precoce. Estudos recentes têm sugerido a avaliação complementar aos campos visuais com electroretinograma multifocal (mfERG), tomografia de coerência óptica spectral domain (SD- -OCT) e autofluorescência de fundo (FAF) de forma a detectar mais precocemente a maculopatia. Esta revisão pretende abordar as principais indicações dos APS nas doenças reumatológicas, a retinotoxicidade associada à HCQ e os mais recentes métodos de rastreio da mesma.
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