CORPO E CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE: PSICODRAMA
DOI:
https://doi.org/10.48491/rpp.48832Resumo
ANTES DE COMEÇAR…
Importa, acredito, esclarecer o lugar de onde falo, para que aquilo que é a
minha perspetiva possa ser devidamente enquadrada no seu contexto, na
expectativa de que convocando os meus vieses para esta reflexão, os possamos
olhar benignamente, enquanto complementares que convidam à exploração,
tornando o pensamento palco para a ação. Ainda antes de começar, porque não,
então, concretizar esse princípio psicodramático de que é em contexto que
brincamos com o verbo construir: construindo, desconstruindo, reconstruindo?
Resta-me senão definir que estas palavras e as que se seguem são de uma
pedopsiquiatra em ativa construção para diretora de Psicodrama e que, acima de
tudo, tem como verdadeiro o papel de entusiasta desse lugar-comum (no sentido
autêntico de comunhão, e não de trivialização habitualmente trazida por esta
expressão) que encontrou na Pedopsiquiatria e no Psicodrama.
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