Hipersensibilidade ao Gadolínio: A Propósito de Quatro Casos Clínicos

Autores

  • Margarida Gomes Serviço de Imunoalergologia, Unidade Local de Saúde Santa Maria, Portugal https://orcid.org/0000-0002-4435-4252
  • Sofia Cosme Ferreira Serviço de Imunoalergologia, Hospital Dr. Nélio Mendonça, Funchal, Portugal https://orcid.org/0000-0002-0920-1779
  • Ana Bernardino Serviço de Imunoalergologia, Hospital de Santa Maria, Unidade Local de Saúde de Santa Maria EPE, Lisboa, Portugal https://orcid.org/0000-0002-9782-0659
  • Pedro Figueiredo Serviço de Imunoalergologia, Hospital de Santa Maria, Unidade Local de Saúde de Santa Maria EPE, Lisboa, Portugal https://orcid.org/0009-0004-2143-1034
  • Maria Inês Silva Serviço de Imunoalergologia, Hospital de Santa Maria, Unidade Local de Saúde de Santa Maria EPE, Lisboa, Portugal https://orcid.org/0000-0002-8041-1306
  • Fátima Cabral Duarte Serviço de Imunoalergologia, Hospital de Santa Maria, Unidade Local de Saúde de Santa Maria EPE, Lisboa, Portugal https://orcid.org/0000-0002-0323-9936

DOI:

https://doi.org/10.25748/arp.42815

Palavras-chave:

Gadolínio, Reações de hipersensibilidade, Anafilaxia

Resumo

As reações de hipersensibilidade imediata a meios de contraste à base de gadolínio são raras, mas potencialmente graves. Apresentamos uma série de quatro casos clínicos de reações de hipersensibilidade imediata ao gadobutrol, incluindo anafilaxia. Todos os doentes realizaram investigação alergológica com testes cutâneos, confirmando sensibilização ao gadobutrol. Dois apresentaram reatividade cruzada com ácido gadotérico. O gadoxetato dissódico foi tolerado em todos em ressonância magnética. Estes casos reforçam a importância do diagnóstico alergológico individualizado para orientar exames futuros com segurança

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Publicado

2026-01-19

Edição

Secção

Casos Clínicos