De monumento nacional a património cultural. Proteção e salvaguarda da arquitetura medieval antes e depois de 1979

Autores

  • Maria Leonor Botelho

DOI:

https://doi.org/10.31447/39652

Palavras-chave:

monumento nacional, património cultural, salvaguarda, arquitetura medieval

Resumo

Em 1979, o Estado português ratifica a Convenção para a Proteção do Património Mundial de 1972 que, no seu art.º 5.º, reforça a responsabilidade dos Estados signatários em proteger, preservar e valorizar o “património cultural e natural situado no seu território e nas condições apropriadas a cada país”. Cientes das consequências que os marcos legislativos tiveram no campo da gestão do património à escala nacional, nomeadamente ao nível das alterações no quadro da tutela, da afetação do património e da atualização de políticas públicas de gestão, pretendemos compreender como estas impactaram no entendimento do significado cultural e na salvaguarda dos edifícios medievais. Como é que os edifícios medievais, valorizados como Monumentos Nacionais, passam paulatinamente a cumprir um novo desígnio e a ser abordados como recursos endógenos? Procuraremos discutir estas questões através da análise crítica do quadro normativo e institucional, anterior e posterior ao compromisso internacional assumido pelo Estado português em 1979.

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Publicado

2026-09-21

Como Citar

Botelho, M. L. (2026). De monumento nacional a património cultural. Proteção e salvaguarda da arquitetura medieval antes e depois de 1979. Análise Social, 61(260), e39652. https://doi.org/10.31447/39652

Edição

Secção

Dossiê A Idade Média do 25 de Abril