África do Sul «Diplomacia silenciosa» e a crise no Zimbábue
DOI:
https://doi.org/10.4000/cea.1341Palavras-chave:
South Africa, Zimbabwe, foreign policy, SADCResumo
A Southern African Development Community (SADC), outrora vista como um potencial baluarte de solidariedade para a protecção da segurança regional e de uma política democrática emergente, esta hoje mais dividida que nunca. Desde o início, em 1998, da intervenção regional no Congo (ex-Zaire), esta organização composta por catorze estados membros passa por dissensos e fricções internas sem precedente que a paralisaram na sua função de garantir a paz na região. Enquanto as vozes da democracia, tolerância e paz — mesmo as do gigante regional, da Africa do Sul — são cada vez mais silenciados pelos líderes autocráticos no Zimbabwe, em Angola, na Namíbia e na RD Congo, a SADC se tornou num instrumento ineficaz para promover a segurança na Africa Austral. Neste contexto, o comportamento mais desconcertante e o da democracia mais célebre do continente, a da África do Sul, face a crise no Zimbabwe.
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