Evolução histórica da participação do Brasil nos jogos paralímpicos de verão

Autores/as

  • Luiz Gustavo Teixeira Fabrício dos Santos Educação Paralímpica – CPB, Brasil, Departamento de Ciencias de la Educación, Universidad del Bío-Bío, Chile https://orcid.org/0000-0002-3762-551X
  • João Paulo Casteleti de Sousa Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB/Brasil,Educação Paralímpica – CPB, Brasil. https://orcid.org/0000-0002-3695-6456
  • Luis Felipe Castelli Correia de Campos Educação Paralímpica – CPB, Brasil, Departamento de Ciencias de la Educación, Universidad del Bío-Bío, Chile https://orcid.org/0000-0001-7771-6486
  • Jonas Freire Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB/Brasil, Educação Paralímpica – CPB, Brasil
  • Alberto Martins da Costa Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB/Brasil, Educação Paralímpica – CPB, Brasil
  • Mizael Conrado Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB/Brasil, Educação Paralímpica – CPB, Brasil,
  • Thiago Fernando Lourenço Comitê Paralímpico Brasileiro - CPB/Brasil, Educação Paralímpica – CPB, Brasil https://orcid.org/0000-0003-1518-9021

DOI:

https://doi.org/10.6063/motricidade.27011

Palabras clave:

Jogos Paralímpico , Esporte adaptado, Movimento Paralímpico

Resumen

O objetivo do presente estudo foi de caracterizar a trajetória evolutiva do Brasil durante a participação dos Jogos Paralímpicos de Verão entre 1976-2020 e comparar com os países mais bem ranqueados nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, buscando relacionar com o contexto histórico-político nacional e o plano estratégico do Comitê Paralímpico Brasileiro nos diferentes ciclos Paralímpicos. Até os Jogos Paralímpicos realizados em 2020, a delegação brasileira foi representada por um total de 774 atletas, sendo 251 medalhistas (70,9% homens; 29,1% mulheres) em 17 diferentes modalidades, quatro coletivas e treze individuais. Com relação ao tipo de deficiência, 64,9% dos atletas medalhistas apresentam deficiência física, 32,3% correspondem à deficiência visual e 2,8%, deficiência intelectual. Durante o período analisado, o Brasil conquistou 373 medalhas em participações, sendo 109 de ouro (29,2%), 132 de prata (35,4%) e 132 de bronze (35,4%). A modo conclusão, é possível destacar o avanço nas políticas públicas, plano estratégico e investimentos que favoreceram que nos últimos quatro ciclos paralímpicos, o Brasil pudesse se consolidar entre as 10 maiores potências mundiais paralímpicas, conquistando o maior número de medalhas em 2016 e o terceiro lugar no crescimento acumulado (3,2%) nos Jogos Paralímpicos de Verão entre 1988-2020, sendo superado apenas por China e Ucrânia.

Publicado

2022-09-30

Cómo citar

dos Santos, L. G. T. F., Casteleti de Sousa, J. P. ., Correia de Campos, L. F. C., Freire, J. ., Martins da Costa, A. ., Conrado, M. ., & Fernando Lourenço, T. (2022). Evolução histórica da participação do Brasil nos jogos paralímpicos de verão. Motricidade, 18(3), 438–448. https://doi.org/10.6063/motricidade.27011

Número

Sección

Original Article