(Re)conhecimento social dos enfermeiros: perceções na sociedade portuguesa

Autores

  • Luís Batalha Universidade de Coimbra, UICISA E, ESEUC, Coimbra, Portugal; NuPhaC, Faculdade de Medicina e Ciências da Saúde, Universidade de Antuérpia, Antuérpia, Bélgica
  • Isabel Fernandes Universidade de Coimbra, UICISA E, ESEUC, Coimbra, Portugal; NuPhaC, Faculdade de Medicina e Ciências da Saúde, Universidade de Antuérpia, Antuérpia, Bélgica
  • Paulo Ferreira Universidade de Coimbra, UICISA E, ESEUC, Coimbra, Portugal; NuPhaC, Faculdade de Medicina e Ciências da Saúde, Universidade de Antuérpia, Antuérpia, Bélgica
  • José Miguel Seguro Sanfil Medicina, Coimbra, Portugal; Universidade de Coimbra, UICISA E, ESEUC, Coimbra, Portugal; NuPhaC, Faculdade de Medicina e Ciências da Saúde, Universidade de Antuérpia, Antuérpia, Bélgica

DOI:

https://doi.org/10.7458/SPP202611041956

Palavras-chave:

autonomia profissional, enfermagem, reconhecimento social

Resumo

Os/As enfermeiros/as são o grupo profissional mais numeroso no sistema de saúde e com uma evolução na sua qualificação académica e competências clínicas, nas últimas décadas. Este estudo descreve um conjunto de perceções atuais da população portuguesa sobre os/as enfermeiros/as, o seu conteúdo funcional e reconhecimento social. Inserido numa investigação internacional multicêntrica, trata-se de um estudo descritivo e transversal em que participaram 296 pessoas, que descreveram os enfermeiros como atenciosos e simpáticos, com prestígio semelhante a advogados e engenheiros. Apesar de reconhecerem a evolução das suas competências, a maioria considera que o reconhecimento social é insuficiente, duvida da sua autonomia e vê a profissão como pouco atrativa. O conhecimento das funções não influencia o reconhecimento social atribuído.

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Publicado

2026-04-07

Edição

Secção

Artigos