Quem deve ter voz nas políticas de saúde? Uma abordagem colaborativa à participação pública

Autores

  • Sofia Crisóstomo Iscte — University Institute of Lisbon, Lisbon; GAT — Portuguese Activist Group on Treatments, Lisbon, Portugal
  • Margarida Santos Iscte — University Institute of Lisbon, Lisbon; GAT — Portuguese Activist Group on Treatments, Lisbon, Portugal
  • Ana Raquel Matos Faculty of Economics of the University of Coimbra, University of Coimbra; Centre for Social Studies of the University of Coimbra, University of Coimbra, Portugal

DOI:

https://doi.org/10.7458/SPP202611143191

Palavras-chave:

participação pública, saúde, políticas públicas, Portugal

Resumo

Adotando uma abordagem de investigação-ação participativa, este estudo analisa o apoio à participação pública nas decisões sobre políticas de saúde em Portugal. Verificou-se um elevado nível de apoio, tendo como principais preditores a orientação para o empoderamento, estereótipos relacionados com a participação, crenças em matéria de defesa de direitos, afiliação em organizações de doentes e experiência prévia de participação. Os resultados salientam a necessidade de promover espaços participativos, adotar abordagens colaborativas e inclusivas, aumentar a sensibilização sobre a participação pública e o papel das organizações representativas, e fomentar o envolvimento cidadão.

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Publicado

2026-06-17

Edição

Secção

Artigos