A guerra no Atlântico no início do período Joanino: a defesa do Brasil entre o Conselho Ultramarino e o vedor da Repartição dos Armazéns
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2011.37233Palavras-chave:
Repartição da Índia e Armazéns, Conselho Ultramarino, War of Spanish Succession, Military spendingResumo
Este artigo trata de uma das mais interessantes consequências políticas da participação de Portugal na Guerra da Sucessão de Espanha: o envolvimento da Repartição da Índia e Armazéns na protecção da América portuguesa. Depois de abordada a centralidade político-militar detida pelo Conselho Ultramarino na defesa do Brasil nas últimas décadas de Seiscentos, a análise debruça-se sobre a Repartição dos Armazéns e sobre o seu vedor, o segundo marquês de Fronteira. A decomposição do perfil de competências deste espaço de poder e a demarcação da sua esfera de actuação permitem compreender os contornos dos conflitos políticos que se seguiram à sua inclusão na defesa do Brasil. Adicionalmente, discute-se a hipótese de as funções do futuro secretário de Estado da Marinha e Domínios Ultramarinos terem sido decalcadas da actividade desenvolvida pelo vedor da Repartição dos Armazéns.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2011 Miguel Dantas da Cruz

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição 4.0.
Esta licença permite a utilização, distribuição, adaptação e reprodução sem restrições em qualquer meio, desde que a obra original seja devidamente citada.
