O ouro nobilitante: a nobreza na capitania de Minas Gerais
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2009.37334Palavras-chave:
América portuguesa, Nobrezas coloniais, Século XVIII, Minas Gerais, Cavaleiros das Ordens MilitaresResumo
Este artigo tem como objetivo discutir a aplicação das categorias sociais do modelo estamental à compreensão da realidade americana de Setecentos. Para tanto, investiga as trajetórias ascensionais dos súditos que residiam na Capitania de Minas Gerais que, por contribuírem após 1750 com mais de oito arrobas anuais para as Casas de Fundição, conquistaram uma insígnia de um hábito de uma Ordem militar. Aanálise dos percursos de vida destes súditos contribui assim para mostrar que critérios societários de distintasabrangências, locais e reinóis, tiveram acolhimento na consolidação das hierarquias sociais e no estabelecimento da nobreza nas Minas, região que, não obstante suas singularidades, possuía também pontos em comum com as demais capitanias americanas.
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Direitos de Autor (c) 2009 Roberta Giannubilo Stumpf

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