Dimensões da castelologia portuguesa no Norte de África entre Quatrocentos e meados de Quinhentos
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2008.37362Resumo
Este artigo tem como tema central a edificação de castelos pelos portugueses no Norte de África, nos séculos XV e XVI, quer em cidades conquistadas, quer como novas fundações isoladas. Àexcepção de Azamor, identificada como castelo/vila, todos os estabelecimentos portugueses sobre medinas muçulmanas envolveram a formalização de pelo menos um castelo independente. O castelo constitui um dos principais instrumentos de apropriação do território magrebino. Os casos de estudo tratam o castelo como organismo participante na nova urbe portuguesa, buscando os vestígios ainda visíveis e mais significativos em Alcácer Ceguer, Arzila, Tânger ou Safim, revisitando pontualmente Ceuta ou Azamor, mas também interpretando os exemplos em que o castelo se comportou como organismo autónomo –Mogador, Ben Mirao, Aguz, Mazagão (até 1541). A reflexão recolhe três tempos principais – medieval, ensaios de modernização e amadurecimento manuelino – antes que os novos desafios da pirobalística começassema contar a história definitiva da fortificação moderna a partir de meados de Quinhentos do Norte de África.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2008 Jorge Correia

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição 4.0.
Esta licença permite a utilização, distribuição, adaptação e reprodução sem restrições em qualquer meio, desde que a obra original seja devidamente citada.
