Os refluxos do Império, numa Época de Crise. A Câmara de Lisboa, as Armadas da Índia e as Armadas do Brasil: quatro tempos e uma interrogação (c.1600-1640)
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2006.37721Resumo
A perspectiva aqui adoptada é a de que a história da Europa dificilmente pode ser pensada e escrita sem ter em linha de conta as próprias dinâmicas da história da colonização. Assim, a administração ultramarina pode ser lida em dois sentidos complementares: o Reino produz o Império, assim como o Império produz o Reino. Durante a conjuntura de crise, imperial e financeira, da segunda metade do século XVII a Câmara de Lisboa é chamada a intervir como banqueira da Coroa. As rendas municipais são usadas para cobrir as despesas com as armadas que socorriam o Brasil e o Estado da Índia. O objectivo deste artigo é fazer a descrição desse processo e identificar os seus significados políticos e simbólicos.
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Direitos de Autor (c) 2006 Catarina Madeira Santos

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