A Ilha de Moçambique, na segunda metade do século XVIII
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2006.37723Resumo
A partir de meados do século XVIII, a diminuta área urbana da Ilha de Moçambique conheceu um desenvolvimento notável, graças à organização e concentração dos serviços públicos, e ao aumento do número de funcionários na capital. Como se sabe, o ritmo da vida social e a forma como se efectuou a expansão urbana na Ilha de Moçambique beneficiaram do afluxo de dinheiro oriundo do aumento do tráfico de escravos e do tradicional comércio de marfim com a Índia. Qual seria o aspecto da cidade e como viveriam os seus habitantes europeus, africanos e indianos? Como evoluíram a organização do espaço e a construção urbanística na Ilha, na época em que Pereira do Lago e Vasconcelos e Almeida governaram Moçambique? Responder a estas questões que constituem a substância da história da ilha na segunda metade do século XVIII, desde a presença de diversas comunidades e grupos sociais, até aos aspectos relacionados com o urbanismo, são os principais objectivos deste breve artigo.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2006 Luís Frederico Dias Antunes

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição 4.0.
Esta licença permite a utilização, distribuição, adaptação e reprodução sem restrições em qualquer meio, desde que a obra original seja devidamente citada.
