Rio de Janeiro 1650-1659: ecos e desassossegos

Autores

  • Ana Guerreiro

DOI:

https://doi.org/10.57759/aham2004.37792

Resumo

O presente artigo nasceu de uma evidência: aqueles cuja biografia tinha laços relevantes com o Rio de Janeiro, no que à segunda metade do século XVII dizia respeito, deixaram-nos testemunhos de irrequietude. Esta irrequietude tinha certamente uma expressão geográfica – as viagens entre o Brasil e outros pontos Império Português, as deslocações no interior da colónia sul americana – mas também uma perspectiva económica e social. Naturalmente que as incidências económicas e sociais foram a principal preocupação desta análise: as motivações daqueles que atravessavam diferentes mares, estranhas terras, as consequências para esses soldados, burocratas, Clérigos e outros, de um modo de vida de tal modo aventuroso. Esta é por isso uma tentativa de compreender, tanto viajar e consequentemente tanta ousadia.

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Publicado

2004-12-01

Como Citar

Guerreiro, A. (2004). Rio de Janeiro 1650-1659: ecos e desassossegos. Anais De História De Além-Mar, 5, 389–413. https://doi.org/10.57759/aham2004.37792

Edição

Secção

Vária