La dimension atlantique de l’opposition antonienne et l’enjeu brésilien (1580-1640)
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2003.37814Resumo
A oposição de dom António, prior do Crato, e dos seus descendentes, ao poder dos Hasburgos permanece desconhecida. Nem a sua persistência através da união ibérica nem a sua dimensão profundamente atlântica foram devidamente percebidas. A história da oposição antoniana permite porém discernir os alinhamentos da guerra atlântica na sequência da união dinástica das coroas de Portugal e de Castela estabelecida em 1580, assim como a importância da questão imperial no seio da própria união ibérica. Este tema permite-nos também entender a projecção da América portuguesa no jogo político europeu, e a sua inserção nos seus conflitos. Estudada através da sua recepção pela união ibérica, a história da oposição antoniana desdobra-se em boatos e falsas notícias, revelando receios e ameaças, esclarecendo também a percepção do Brasil na própria união ibérica, e a evolução da sua representação durante esse período.
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