Encontro: Uma autoetnografia da prática cultural e da negociação afetiva no Instituto Confúcio em Cabo Verde
DOI:
https://doi.org/10.15847/cea51.49080Palavras-chave:
China-África, Cabo Verde, Instituto Confúcio, autoetnografia, negociação afetivaResumo
O artigo apresenta um estudo singular sobre as relações China-África, oferecendo uma reflexão autoetnográfica crítica sobre as experiências da autora como professora de língua chinesa (2021-2023) no Instituto Confúcio (IC) em Cabo Verde, entre 2021 e 2023. O IC é explorado como um espaço de encontro onde as macro-relações Sul-Sul são mediadas através de interações quotidianas. O estudo centra-se nas dinâmicas da prática cultural e da negociação afetiva entre professores chineses e estudantes e funcionários cabo-verdianos. O artigo revela uma complexa interação entre perceção e identidade quando os cabo-verdianos negoceiam com o IC, proporcionando uma visão matizada da diplomacia cultural no contexto China-África.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2026 Cadernos de Estudos Africanos

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição 4.0.
Autorizo a publicação do artigo/recensão submetido do qual sou autor.
Declaro ainda que o presente artigo é original, que não foi objecto de qualquer tipo de publicação, e cedo em exclusivo os direitos de publicação à revista Cadernos de Estudos Africanos. A reprodução do artigo, no todo ou em parte, noutras publicações ou noutros suportes depende de autorização prévia da editora Centro de Estudos Internacionais do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa.