A qualidade de vida da mulher com prolapso dos órgãos pélvicos
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.40073Palavras-chave:
Qualidade de vida, Prolapso de órgão pélvico, Ginecologia, MulherResumo
A qualidade de vida da mulher pode ser profundamente impactada pelo prolapso dos órgãos pélvicos, provocando desconforto, incontinência urinária e dificuldades nas atividades diárias. Estas condições afetam a saúde física, o bem-estar emocional e social, levando a sentimentos de vergonha, ansiedade e isolamento. Desenvolvemos um estudo descritivo-correlacional, transversal e de abordagem quantitativa, com o objetivo de avaliar, a qualidade de vida geral da mulher, os domínios mais afetados e variáveis sociodemográficas que mostram ter relação com a percepção da mulher acerca da sua qualidade de vida. Para avaliação da qualidade de vida, utilizou-se o Questionário Australiano sobre Pavimento Pélvico (QASPP). Os resultados das 51 mulheres participantes mostram que, a qualidade de vida geral percecionada, é razoável ou mesmo boa, tendo em conta a média (M = 12,13), os domínios mais afetados foram, “Sintomas do prolapso” (M = 3,60), e “Função sexual” (M = 3,38); a idade e a paridade são fatores de risco significativos para a qualidade de vida da mulher. Conclui-se com a necessidade de abordagens multidimensionais que tratem tanto aspetos físicos como emocionais, com empoderamento da mulher para uma melhor gestão da sintomatologia no seu dia-a-dia e consequentemente uma melhoria na perceção da sua qualidade de vida.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Os autores dos manuscritos submetidos para publicação deverão ceder, a título integral e permanente, os direitos de autor (copyright) à revista Motricidade e às Edições Sílabas Didáticas. A cedência de direitos de autor permite a publicação e divulgação do artigo em formato impresso ou eletrónico e entrará em vigor a partir da data de aceitação do manuscrito. Os autores concedem, ainda, os direitos para a revista Motricidade utilizar e explorar o respetivo artigo, nomeadamente para licenciar, ceder ou vender o seu conteúdo a bases de resumos/indexação ou outras entidades.
Nos termos da licença “Creative Commons”, os autores poderão reproduzir um número razoável de exemplares para uso pessoal ou profissional, mas sem fins comerciais. Nos termos da licença SHERPA/RoMEO, os autores poderão, ainda, disponibilizar/arquivar uma cópia digital final (versão postprint) do artigo no seu website ou no repositório científico da sua instituição.