O teste de 10-RM é ideal para avaliação de indivíduos treinados e não treinados?
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.18097Resumo
O objetivo do estudo foi avaliar se o teste de 10-RM pode ser aplicado a pessoas treinadas e não treinadas através do exercício de força do cotovelo. A amostra constituiu de 23 homens idade entre 18 e 30 anos, sendo 11 não treinados (UT-grupo controle) e 12 treinados com resistência (TR – grupo treinado). O experimento foi iniciado com aquecimento específico seguido por coleta de sinal mioelétrico do músculo bíceps braquial bilateralmente na Contração Isométrica Voluntária Máxima (MVIC), teste de 10-RM para flexão de cotovelo e nova MVIC, seguido de desaceleração. Ao analisar contração por contração, foi encontrado um aumento significativo no RMS (Root Mean Square) normalizado pela CIVM em relação a 1ª contração a partir da 3ª repetição para o grupo TR. Quando comparado cada contração do teste de 10-RM com o predecessor, observou-se redução significativa da FM (Frequencia Média) entre a 5ª e a 6ª repetição do TR. Conclui-se que o Teste de 10 Repetições Máximas deve ser reconsiderado quando realizado para fins de comparação entre os dois lados do corpo. Além disso, ao considerar a provável fadiga causada pelos movimentos sucessivos, sugere-se melhor aplicação de testes com 6 a 8 repetições.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Os autores dos manuscritos submetidos para publicação deverão ceder, a título integral e permanente, os direitos de autor (copyright) à revista Motricidade e às Edições Desafio Singular. A cedência de direitos de autor permite a publicação e divulgação do artigo em formato impresso ou eletrónico e entrará em vigor a partir da data de aceitação do manuscrito. Os autores concedem, ainda, os direitos para a revista Motricidade utilizar e explorar o respetivo artigo, nomeadamente para licenciar, ceder ou vender o seu conteúdo a bases de resumos/indexação ou outras entidades.
Nos termos da licença “Creative Commons”, os autores poderão reproduzir um número razoável de exemplares para uso pessoal ou profissional, mas sem fins comerciais. Nos termos da licença SHERPA/RoMEO, os autores poderão, ainda, disponibilizar/arquivar uma cópia digital final (versão postprint) do artigo no seu website ou no repositório científico da sua instituição.