Percepção subjetiva de esforço como marcadora da duração tolerável de exercício
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.2267Resumo
A percepção subjetiva de esforço (PSE) foi sugerida, originalmente, como uma marcadora da intensidade do exercício, pois ela responderia às alterações nos sistemas cardiopulmonar e metabólico, principalmente às alterações da FC e concentrações de lactato sanguíneo durante o exercício. Entretanto, esta interpretação não se alinha às respostas fisiológicas observadas em diferentes intensidades de exercícios, pois a PSE aumenta de forma linear, mesmo em intensidades em que ocorre um estado de equilíbrio fisiológico. No presente artigo de revisão, discutimos que este desalinhamento entre teoria e resultados experimentais poderáestar ligado aos mecanismos de geração e modulação da PSE durante o exercício. Neste caso, o mecanismo de geração da PSE pelo sistema nervoso central poderá responder basicamente à intensidade do exercício, enquanto as respostas fisiológicas periféricas poderão modular a PSE ao longo do exercício, indicando as condições fisiológicas quando da realização do exercício. Desta forma, a PSE poderia ser marcadora da duração tolerável do exercício executado numa determinada intensidade.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Secção
Licença
Os autores mantêm os direitos dos seus trabalhos.
Após a aceitação para publicação, os autores concedem à Sílabas Didáticas, LDA. uma licença não exclusiva para publicar, reproduzir, distribuir e comunicar o artigo ao público, bem como para se identificar como editora original do artigo em formatos impresso e eletrónico, incluindo a sua indexação e divulgação através de bases de dados, repositórios e outras plataformas académicas.
Todos os artigos publicados são disponibilizados sob os termos da Licença Creative Commons Attribution–NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0).
Esta licença permite a utilização, partilha, distribuição e reprodução não comercial em qualquer suporte ou formato, desde que sejam dados os devidos créditos ao(s) autor(es) original(ais) e à revista Motricidade, e que sejam indicadas quaisquer alterações efetuadas.
Os autores podem depositar a versão final publicada do artigo (Versão Oficial) em repositórios institucionais, repositórios temáticos, redes académicas ou sites pessoais, desde que a publicação original seja devidamente citada.
