Relação entre testes físicos com carga interna e tempo gasto em alta intensidade para jogadores de futebol masculino Sub-20 de nível regional
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.26162Palavras-chave:
Impulsão Vertical, Jovens jogadores, Potência, Velocidade, TRIMP, Yo-Yo testeResumo
A relação entre o desempenho em testes físicos com a intensidade do jogo a partir da resposta da frequência cardíaca (FC) não tem sido estudada no futebol. Assim, este estudo teve como objetivo verificar a relação entre o desempenho em testes físicos e a intensidade da partida de futebol. Onze jogadores de futebol Sub-20 da primeira divisão foram avaliados em 2 jogos oficiais. O teste aeróbio intermitente Yo-Yo nível 1 (YYIR1), velocidade de 10-m e 30-m, capacidade de sprints repetidos (RSA, 6x20-20m), saltos agachado (SJ) e contra-movimento (CMJ) foram realizados. A frequência cardíaca (FC) foi usada para calcular o impulso de treinamento (M-TRIMP) através do método proposto por Edwards e o tempo dispendido acima de 90% da FCmax (FC>90%) foi considerado como alta intensidade. A correlação de Pearson foi aplicada, considerando p<0.05. Correlações significantes ocorreram entre YYIR1 com M-TRIMP (r = 0.72) e com o tempo FC>90% (r = 0.51), e entre o melhor tempo no RSA (RSAmelhor) com FC>90% (r = -0.50). YYIR1 apresentou a melhor correlação com a intensidade de jogo medida pela FC. RSAmelhor também foi um bom indicador de alta intensidade do jogo, enquanto testes de saltos e velocidade não.
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Os autores dos manuscritos submetidos para publicação deverão ceder, a título integral e permanente, os direitos de autor (copyright) à revista Motricidade e às Edições Desafio Singular. A cedência de direitos de autor permite a publicação e divulgação do artigo em formato impresso ou eletrónico e entrará em vigor a partir da data de aceitação do manuscrito. Os autores concedem, ainda, os direitos para a revista Motricidade utilizar e explorar o respetivo artigo, nomeadamente para licenciar, ceder ou vender o seu conteúdo a bases de resumos/indexação ou outras entidades.
Nos termos da licença “Creative Commons”, os autores poderão reproduzir um número razoável de exemplares para uso pessoal ou profissional, mas sem fins comerciais. Nos termos da licença SHERPA/RoMEO, os autores poderão, ainda, disponibilizar/arquivar uma cópia digital final (versão postprint) do artigo no seu website ou no repositório científico da sua instituição.