Análise da composição corporal de atletas da elite do futebol brasileiro

Autores

  • José Gerosa-Neto Departamento de Educação Física, Universidade Estadual Paulista (UNESP)
  • Fabricio Eduardo Rossi Departamento de Educação Física, Universidade Estadual Paulista (UNESP)
  • Camila Buonani da Silva Departamento de Educação Física, Universidade Estadual Paulista (UNESP)
  • Eduardo Zapaterra Campos Departamento de Educação Física, Universidade Estadual Paulista (UNESP)
  • Rômulo Araujo Fernandes Departamento de Educação Física, Universidade Estadual Paulista (UNESP)
  • Ismael Forte Freitas Júnior Departamento de Educação Física, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

DOI:

https://doi.org/10.6063/motricidade.3567

Resumo

Este estudo analisou a composição corporal e densidade mineral óssea de atletas da elite do futebol brasileiro e comparar as diferenças entre as posições de jogo. Oitenta e dois jogadores de futebol da primeira divisão do Brasil foram divididos de acordo com a posição de jogo. Goleiros (GL, n= 10), Defensores (DF, n= 10), Laterais (LT, n= 15), Centrais (CT, n= 25), Atacantes (AT, n= 22) e um grupo controle (CG, n= 72). Para estimar a massa livre de gordura (MLG), massa gorda (MG), percentual de massa gorda (%MG), massa livre de gordura de pernas (MLG-Pernas) e densidade mineral óssea (DMO), foi usado o DEXA. A posição LT (10.5 ± 5.2), CT (9.7 ± 4.0) e AT (9.9 ± 4.4) apresentaram menores valores de MG e %MG que os GL (17.3 ± 6.0) e GC (15.0 ± 5.3). Comparado a outras posições, a MLG foi maior nos GL (68.2 ± 10.9) e DF (64.6 ± 6.8) (p< 0.05). Todos os jogadores apresentaram diferenças significativas em relação ao grupo controle (p< 0.05). Em suma, conclui-se que atletas da elite do futebol brasileiro apresentaram significativamente maior MLG, MLG-Pernas, DMO e menor MG e %MG que o grupo controle.

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Publicado

2014-12-01

Edição

Secção

Artigos Originais