Ouro e diamantes: as dificuldades da cobrança dos direitos reais
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2007.37606Resumo
O reinado de D. João V foi marcado, no que se refere ao Brasil, pela preocupação em fazer arrecadar para a Fazenda Real aquela parte de ouro, e mais tarde de diamantes, que cabia ao rei. Métodos de cobrança sucessivos foram adoptados em relação ao ouro: às fintas sucederam-se as Casas de Fundição e finalmente o plano de capitação sugerido por Alexandre de Gusmão. Quanto aos diamantes, a hesitação da Coroa era entre permitir aos particulares a mineração ou transformá-la em monopólio régio, optando-se no final do reinado pelos contratos de exploração a fim de evitar uma produção excessiva.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2007 Maria Beatriz Nizza da Silva

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição 4.0.
Esta licença permite a utilização, distribuição, adaptação e reprodução sem restrições em qualquer meio, desde que a obra original seja devidamente citada.
