Indianismo e indigenismo na Academia Brasílica dos Renascidos Salvador/Bahia 1759
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2005.37755Resumo
O artigo explora o posicionamento das elites acadêmicas luso-americanas frente às reformas pombalinas que elevaram a condição jurídica das populações indígenas no contexto da implementação dos tratados territoriais luso-espanhóis (1750-1777). Discute, também, os significados do discurso indianista crioulo elaborado pelos membros da Academia Brasílica dos Renascidos.
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