Imagens sobre a mulher escrava no cotidiano do Rio de Janeiro (1808 – 1822)
DOI:
https://doi.org/10.57759/aham2001.46942Resumo
Com base em duas fontes distintas – os Registros de prisões e a iconografia sobre o Rio de Janeiro no início do século XIX –, o presente estudo analisa aspectos da condição de vida das escravas na cidade, com o objetivo de recuperar o seu cotidiano. A análise revela que, embora as escravas desenvolvessem várias atividades fora de casa, despertavam menos a atenção das rondas policiais do que os homens, devido ao fato de que as tarefas atribuídas a elas eram mais facilmente controladas pelos senhores e sujeitas a horários do que aquelas desenvolvidas pelos escravos no ambiente urbano.
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Direitos de Autor (c) 2001 Leila Mezan Algranti

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