Bloqueio TAP subcostal contínuo bilateral como técnica anestésica no doente crítico

  • Joana Faria Interna de Formação Específica de Anestesiologia, Serviço de Anestesiologia do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, Penafiel
  • Maria Tarroso Interna de Formação Específica de Anestesiologia, Serviço de Anestesiologia do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, Penafiel
  • Neusa Lages Assistente Hospitalar do Serviço de Anestesiologia do Centro Hospitalar do Alto Ave, Guimarães
  • Carlos Correia Chefe de Serviço do Serviço de Anestesiologia do Centro Hospitalar do Alto Ave, Guimarães
Palavras-chave: Bloqueio Nervoso, Dor Pós-Operatório, Ultrassonografia de Intervenção

Resumo

Este caso descreve a realização de um bloqueio do plano transverso abdominal (TAP) subcostal contínuo bilateral associado a sedação leve numa paciente de alto risco proposta para encerramento de laparostomia, proporcionando relaxamento adequado da parede abdominal, manutenção da ventilação espontânea e analgesia pós-operatória eficaz. A técnica permitiu evitar a utilização de bloqueadores neuromusculares e doses elevadas de opióides sistémicos, contribuindo para uma dinâmica ventilatória favorável.

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Publicado
2015-03-01
Como Citar
Faria, J., Tarroso, M., Lages, N., & Correia, C. (2015). Bloqueio TAP subcostal contínuo bilateral como técnica anestésica no doente crítico. Revista Da Sociedade Portuguesa De Anestesiologia, 24(1), 20-22. https://doi.org/10.25751/rspa.6554
Secção
Caso Clínico