Associação dos genótipos da ACTN3 aos indicadores de desempenho em atletas juvenis da natação brasileira especialistas em curtas distâncias

Autores/as

  • Severino Albuquerque Neto
  • Gislane Ferreira Melo
  • Glauber Branco Silva
  • Thiago Santos Rosa
  • Sandro Soares Almeida
  • Marcos Pereira Santos
  • Alexandre Sérgio Silva

DOI:

https://doi.org/10.6063/motricidade.16239

Resumen

Foi objetivo da pesquisa identificar a frequência genotípica da ACTN3 e associa-la ao índice técnico (IT) e ao status de elite em 98 atletas juvenis de natação (16,80 ± 0,63 anos) especialistas em curtas distâncias (≤ 200m). Um grupo controle (GC) com 101 escolares não-atletas (16,52 ± 0,94 anos) foi incluído nas comparações. Os grupos foram analisados sem divisão por sexo. Os atletas foram divididos pelas experiências competitivas em elite (internacionais, n = 15) e sub-elite (nacionais, n = 83). Não verificou-se diferenças significativas (X2) na frequência genotípica entre atletas sub-elite e GC. Os atletas de elite apresentaram supremacia do genótipo RX (60,0%), baixa frequência do genótipo RR (13,3%), supremacia do alelo X (54,2%) e da adição RX+XX (86,7%). O ajuste das frequências genotípicas pelo quartil superior (QS) do IT revelou que os atletas com genótipos RR+RX apresentaram maior pontuação média (820,6 ± 40,0) quando comparados aos atletas XX (806,7 ± 34,8). Atletas de elite do grupo QS (RR+RX) apresentaram valores médios do IT ainda mais expressivos (853,9 ± 31,3). Os genótipos da ACTN3 demonstraram boa associação aos fenótipos da força/potência apenas entre os atletas identificados nos mais altos níveis de desempenho.

 

Publicado

2018-12-30

Cómo citar

Neto, S. A., Melo, G. F., Silva, G. B., Rosa, T. S., Almeida, S. S., Santos, M. P., & Silva, A. S. (2018). Associação dos genótipos da ACTN3 aos indicadores de desempenho em atletas juvenis da natação brasileira especialistas em curtas distâncias. Motricidade, 14(SI), 66–71. https://doi.org/10.6063/motricidade.16239

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