Solidão no Idoso Institucionalizado com Dependência Funcional
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.20137Resumo
Tanto a quantidade como a qualidade das relações sociais que estabelecemos afetam a saúde mental e física, comportamentos saudáveis e risco de mortalidade. Com a longevidade a aumentar de ano para ano, têm aumentado também os casos de solidão na velhice. Solidão essa que traz consequências para a saúde e bem-estar geral dos idosos. Estudos indicam ainda que idosos institucionalizados estão também sujeitos à ocorrência de solidão. Foi nosso objetivo avaliar a presença de solidão em idosos institucionalizados com dependência funcional; descrever o grau de solidão nos idosos; descrever o grau de dependência nos idosos. Trata-se de um estudo descritivo exploratório transversal, com idosos institucionalizados, de uma região do norte de Portugal; recorreu-se a uma amostra por conveniência (n= 135). Foi utilizado um questionário composto por caracterização sociodemográfica, Índice de Barthel e Escala de Solidão UCLA. A maioria da amostra apresenta-se independente ou com dependência leve. Relativamente à solidão, a pontuação media é de 47.77 pontos. A a presença da solidão parece manifestar-se mais nos idosos com dependência severa. Foi encontrada uma relação com significado estatístico entre o Género e a solidão, mostrando valores mais elevados de solidão nos Homens.
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