Efeitos agudos de diferentes métodos de alongamento dos músculos antagonistas no desempenho da força dos músculos agonistas em indivíduos treinados.

Autores

  • Fabio Henrique de Freitas Universidade Federal do Rio de Janeiro https://orcid.org/0000-0002-4545-1388
  • Caio Vinicius dos Santos Bendito Federal University of Rio de Janeiro
  • Darlan Tavares dos Santos https://orcid.org/0000-0002-8055-6898
  • Abdallah Achour Júnior State University of Londrina, Paraná
  • Humberto Lameira Miranda Federal University of Rio de Janeiro
  • Charles Ricardo Lopes Catholic University of Campinas (PUC), Campinas, SP, Brazil
  • Maria do Socorro Cirilo de Souza Department of Physical Education, Regional University of Cariri, Crato, Ceará, Brazil. https://orcid.org/0000-0001-5566-3248
  • Marckson da Silva Paula Postgraduate Program in Nursing and Biosciences – PPgEnfBio, Federal University of the State of Rio de Janeiro – UNIRIO, Rio de Janeiro, Brazil https://orcid.org/0009-0009-9575-0720
  • Estélio Henrique Martin Dantas Federal University of the State of Rio de Janeiro – UNIRIO, Rio de Janeiro, Brazil https://orcid.org/0000-0003-0981-8020

DOI:

https://doi.org/10.6063/motricidade.44051

Palavras-chave:

Exercícios de alongamento muscular, Força muscular, Treino de resistência, Músculos isquiotibiais

Resumo

Na literatura científica, os métodos de alongamento mais comumente utilizados são: estático (EE), dinâmico (DD) e facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP). Alguns estudos mostram que o alongamento pode ter efeitos deletérios no desempenho de força. No entanto, algumas evidências sugerem que o alongamento, quando aplicado a músculos antagonistas, pode influenciar positivamente o desempenho de força. Portanto, o objetivo deste estudo foi investigar os efeitos agudos de diferentes métodos de alongamento para músculos antagonistas no volume total de treinamento (VTT) em uma sessão de treinamento de força (TF) em homens e mulheres treinados. A entrada nos protocolos experimentais foi aleatória, por meio de sorteio, e realizada em quatro dias diferentes: 1) protocolo de alongamento FNP para antagonistas seguido de sessão de TF (PFNF); 2) protocolo de EE para antagonistas seguido de sessão de TF (EE); 3) protocolo de DD para antagonistas seguido de sessão de TF (ED); 4) protocolo sem alongamento seguido de sessão de TF (GCON). Como resultado, não foram observadas diferenças significativas no VTT ao comparar os diferentes protocolos experimentais. Em conclusão, os exercícios de alongamento, quando aplicados agudamente aos músculos antagonistas, independentemente do método, não promovem efeitos deletérios sobre o TTV dos músculos agonistas.

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Publicado

2026-09-01

Como Citar

de Freitas, F. H., Bendito, C. V. dos S., Darlan Tavares dos Santos, Júnior, A. A., Humberto Lameira Miranda, Lopes, C. R., … Estélio Henrique Martin Dantas. (2026). Efeitos agudos de diferentes métodos de alongamento dos músculos antagonistas no desempenho da força dos músculos agonistas em indivíduos treinados. Motricidade, 22, e44051. https://doi.org/10.6063/motricidade.44051

Edição

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