Recomendações Portuguesas para a Gestão do Bloqueio Neuromuscular - 2017

  • Simão Esteves Assistente Sénior de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia - Centro Hospitalar do Porto – Porto, Portugal
  • António Roxo Assistente Sénior de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia – Hospital Distrital de Santarém, Santarém, Portugal
  • Hernâni Resendes Assistente Hospitalar de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia - Hospital do Divino Espírito Santo, Ponta Delgada, Portugal
  • Luciane Pereira Assistente Graduado de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia - Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, Coimbra, Portugal
  • Nuno Fernandes Assistente Hospitalar de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia - Centro Hospitalar do Baixo Vouga, Aveiro, Portugal
  • Sandra Borges Assistente Graduado de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia - Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga, Santa Maria da Feira, Portugal
  • Sandra Pereira Assistente Hospitalar de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia – Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, Penafiel, Portugal
  • Susana Albuquerque Assistente Hospitalar de Anestesiologia – Serviço de Anestesiologia – Hospital da Luz, Lisboa, Portugal
  • Susana Caramelo Assistente Hospitalar de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia - Centro Hospitalar de Trás os Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal
  • Susana Vargas Assistente Graduado de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia - Centro Hospitalar de S. João, Porto, Portugal
  • Telma Carlos Assistente Hospitalar de Anestesiologia - Serviço de Anestesiologia – Centro Hospitalar de Leiria, Leiria, Portugal
Palavras-chave: Anestesia Geral, Bloqueadores Neuromusculares, Bloqueio Neuromuscular, Monitorização Intraoperatória, Portugal, Recomendações

Resumo

A utilização de bloqueadores neuromusculares é comum nos doentes submetidos a anestesia geral como forma de facilitar a intubação traqueal e a ventilação e proporcionar condições cirúrgicas adequadas à execução dos procedimentos propostos. Apesar de serem fármacos de utilização muito comum, a sua utilização está associada a risco de complicações pós-operatórias amplamente descritas na literatura. Um dos fatores implicado neste risco de complicações é a persistência de sinais e sintomas de bloqueio neuromuscular (BNM) residual no pós-operatório imediato. A literatura tem mostrado que o bloqueio neuromuscular residual é um fenómeno comum que aumenta a probabilidade de complicações. Em Portugal, num estudo publicado em 2013 foi encontrada uma incidência de 26% de BNM residual.

Ciente desta realidade, entendeu a Direção da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia nomear um grupo de trabalho com vista a elaborar normas de orientação sobre a gestão do bloqueio neuromuscular no peri-operatório. Em função desta decisão, este grupo de trabalho começou por elaborar um inquérito dirigido aos Anestesiologistas a exercer em Portugal, sobre questões relacionadas com o manuseio do BNM de forma a obtermos uma “fotografia” inicial sobre estas questões.

O objetivo deste grupo é elaborar um documento que defina orientações sobre a utilização clínica de bloqueadores neuromusculares, a monitorização dos seus efeitos e a sua adequada reversão.

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Publicado
2018-03-30
Como Citar
Esteves, S., Roxo, A., Resendes, H., Pereira, L., Fernandes, N., Borges, S., Pereira, S., Albuquerque, S., Caramelo, S., Vargas, S., & Carlos, T. (2018). Recomendações Portuguesas para a Gestão do Bloqueio Neuromuscular - 2017. Revista Da Sociedade Portuguesa De Anestesiologia, 27(1), 4-29. https://doi.org/10.25751/rspa.14810
Secção
Artigo de Consenso

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