Correlação entre a assimetria dos membros inferiores e o desempenho em jogadoras profissionais de futebol feminino
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.36154Palavras-chave:
pico de torque isocinético, velocidade de mudança de direção, velocidade, futebol, desempenhoResumo
A estrutura de uma partida de futebol é predominantemente intermitente, sendo caracterizada pela execução sincronizada e concomitante de ações de baixa e alta intensidade, em diferentes momentos do jogo, como saltos, realização de sprints sucessivos e mudança de direção (COD). Além disso, a repetição de tais ações pode contribuir para o desenvolvimento de assimetria de força nos membros inferiores. O objetivo da presente investigação foi investigar a correlação entre assimetria de força de membros inferiores no pico de torque concêntrico (PTCON) dos músculos isquiotibiais e quadríceps a 60°/s e desempenho no sprint de 20 metros, running anaerobic sprint test (RAST) e teste de mudança de direção (COD), em jogadoras profissionais de futebol. A amostra foi composta por vinte e duas jogadoras profissionais de futebol de um clube da primeira divisão do futebol brasileiro. Foram realizadas duas visitas com intervalo de 48 horas entre elas. Além disso, foi adotado valor de p < 0,05 para significância estatística. Não foram observadas correlações significativas entre assimetria de membros no PTCON, tempo e velocidade no sprint de 20 metros, tempo e velocidade no teste COD e tempo total no RAST. Além disso, não foram observadas correlações significativas entre assimetria de membros no PTCON dos isquiotibiais, tempo e velocidade no sprint de 20 metros, tempo e velocidade no teste COD e tempo total no RAST. A assimetria de força de membros inferiores pode não influenciar o desempenho físico, em sprints, e tarefas de COD tais como as utilizadas no presente estudo.
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