Morfologia e crescimento dos 6 aos 10 anos de idade em Viana do Castelo, Portugal
DOI:
https://doi.org/10.6063/motricidade.654Resumo
Ao longo de quatro anos, o Estudo Morfofuncional da Criança Vianense observou 1911 crianças entre os 6 e os 10 anos de idade, resultando em 4064 observações individuais (2054 de raparigas, 2006 de rapazes). Os resultados encontrados nos indicadores morfológicos simples (altura, peso, pregas adiposas, diâmetros ósseos e perímetros musculares) e no somatótipo, são descritos normativamente (valores percentílicos) e comparados com outros estudos nacionais e internacionais. As crianças vianenses demonstraram possuir uma estatura média ligeiramente superior às reportadas nos estudos portugueses e um ritmo de crescimento diferente das norteamericanas; peso semelhante ao das congéneres nacionais mas inferior ao das EUA; valores de pregas adiposas geralmente inferiores aos encontrados em Portugal e EUA; perímetros musculares e diâmetros ósseos semelhantes aos seus pares portugueses; e uma tendência para o aumento, com a idade, do ectomorfismo nos rapazes e do endomorfismo em ambos os sexos. Este panorama parece indicar que as crianças vianenses apresentam características de aptidão morfologia que estão longe de espelhar as preocupações internacionais nesta matéria.
Downloads
Como Citar
Edição
Secção
Licença
Os autores mantêm os direitos dos seus trabalhos.
Após a aceitação para publicação, os autores concedem à Sílabas Didáticas, LDA. uma licença não exclusiva para publicar, reproduzir, distribuir e comunicar o artigo ao público, bem como para se identificar como editora original do artigo em formatos impresso e eletrónico, incluindo a sua indexação e divulgação através de bases de dados, repositórios e outras plataformas académicas.
Todos os artigos publicados são disponibilizados sob os termos da Licença Creative Commons Attribution–NonCommercial 4.0 International (CC BY-NC 4.0).
Esta licença permite a utilização, partilha, distribuição e reprodução não comercial em qualquer suporte ou formato, desde que sejam dados os devidos créditos ao(s) autor(es) original(ais) e à revista Motricidade, e que sejam indicadas quaisquer alterações efetuadas.
Os autores podem depositar a versão final publicada do artigo (Versão Oficial) em repositórios institucionais, repositórios temáticos, redes académicas ou sites pessoais, desde que a publicação original seja devidamente citada.
